"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela) "

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

INCLUSÃO: AUTISMO: INFORMAÇÕES PARA DOWNLOAD

imagem de oito peças de quebra cabeça onde em duas delas são escritas as palavras autismo e escola
AUTISMO: INFORMAÇÕES PARA DOWNLOAD

  • 20 DICAS PARA ÓTIMOS PÃES SEM GLÚTEN. RICARDO GONZÁLES.

  • A NUTRIÇÃO DA CRIANÇA AUTISTA. CÉSAR SANTOS.

  • AS INTERVENÇÕES SOCIAIS NA EDUCAÇÃO DE ALUNOS COM AUTISMO. THERESINHA MIRANDA.

  • O CYBERESPAÇO CONECTANDO O MUNDO DA LUA DO AUITISTA. MARIA GONÇALVES DE SÁ.

  • SÍNDROME DE ASPERGER: GUÍA PARA PROFESSORES.

  • UM OLHAR SOBRE O AUTISMO E SUA ESPECIFICAÇÃO. ELIANE MARINHO, ET AL.

INCLUSÃO: SINAIS DE ALERTA PARA OS PROFESSORES QUE PODEM INDICAR A PRESENÇA DE TDAH

IMAGEM DE UM MENINO DE CALÇA DE BRIM E CAMISA BRANCA TODO SUJO DE TINTA
SINAIS DE ALERTA PARA OS PROFESSORES QUE PODEM INDICAR A PRESENÇA DE TDAH

Segundo pesquisas e estudos na área, o TDAH atinge cerca de 5% das crianças em idade escolar. O comprometimento da sua trajetória escolar pode ser agravado por um diagnóstico tardio. Contudo, professores atentos podem encaminhar estes alunos para uma avaliação, no início de sua trajetória escolar, diminuindo os prejuízos no aprendizado.
O TDAH atinge meninos e meninas onde é mais comum a hiperatividade os meninos e o déficit a atenção nas meninas. Geralmente, é diagnosticado quando a criança entra na escola e exige uma avaliação multidisciplinar.
No TDAH podemos ter os subtipos impulsivo, hiperativo e desatento.

Impulsividade/Hiperatividade
  • Inquietude com mãos e pés;
  • Parecem estar ligados no 220V;
  • Em sala de aula, levantam-se várias vezes;
  • Respondem antes que a pergunta tenha sido concluído;
  • Dificuldade em esperar sua vez;
  • Interrompem ou intrometem-se na conversa dos outros;
  • São desastrados.

Desatenção:
  • Não prestam atenção a detalhes ou cometem erros por descuido;
  • Dificuldade em manter a atenção em tarefas ou jogos;
  • Parecem não ouvir quando o falam com eles;
  • Dificuldade em organizar tarefas ou atividades;
  • Perdem seus pertences com frequência;
  • São facilmente distraídos por estímulos externos;

Tratamento:
  • Ritalina: estimulante dopaminérgico análogo à anfetamina;
  • Bupropriona: dupla ação – nora e dopa;
  • Atomoxetina: seletivo noradrenérgico;
  • Triciclicos: não seletivos noradrenérgicos.

INCLUSÃO: TDAH: TEXTOS EM PORTUGUÊS PARA DOWNLOAD

MENINO MORENO EM UMA CLASSE ESCOLAR COM AS DUAS MÃOS NOS OLHOS
TDAH: TEXTOS EM PORTUGUÊS PARA DOWNLOAD

  • UTILIZAÇÃO DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM NO PROCESSO DE ENSINO/APRENDIZAGEM DE CRIANÇAS COM TDAH. ZILDOMAR FÉLIZ, ET AL.

  • ASPECTOS NEUROBIOLÓGICOS DO TRANSTORNO DO DÉFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE (TDAH): UMA REVISÃO. TACIANA COUTO, ET AL.

  • DIAGNÓSTICOS PSIQUIÁTRICOS.

  • TDAH E NEUROCIÊNCIAS. SAMUELE CORTESE E FRANCISCO CASTELLANOS.

  • TERAPIA COGNITIVO-COMPORTAMENTAL E O TDAH SUBTIPO DESATENTO: UMA ÁREA INEXPLORADA. CÍNTIA MESQUITA ET AL.

  • INFLUÊNCIA DO DEFICIT DE ATENÇÃO E HIPERATIVIDADE NA APRENDIZAGEM EM ESCOLARES. CLÁUDIA MUZETTI E MARIA CECÍLIA VINHAS.

INCLUSÃO: CRIANÇAS SELETIVAS NA ALIMENTAÇÃO

IMAGEM DE MENINO FAZENDO CARA DE NOJO PARA UM PRATO DE COMIDA E UM COPO DE LEITE
CRIANÇAS SELETIVAS NA ALIMENTAÇÃO
Alguns pais se desesperam pois seus filhos são extremamente seletivos na sua alimentação. Sendo assim, a maior preocupação é que eles não tenham os nutrientes e vitaminas que garantam a sua boa saúde.
Em um primeiro momento, temos que ter claro que não existe uma quantidade universal, para as crianças, que nos assegure que estes estão comendo o suficiente e adequadamente.
O organismo de cada criança é único e elas necessitam de quantidades diferentes de alimento. Contudo, uma criança que está passando fome não deixa de comer se um alimento está ao seu alcance, a não ser, se ela estiver doente.
Muitas vezes, esperamos que elas comam mais do que realmente necessitam.
Para ajudar a criança a ter uma alimentação saudável e não “enfiar comida boca abaixo” sem que esta aprecie a refeição, podemos:
  • - estabelecer um ritual para as refeições onde solicitamos a criança que nos ajude a colocar a mesa e arrumar os pratos, definindo o local certo de cada um nas refeições;

  • - fazer as refeições em um momento agradável, sem brigas, discussões, queixas e com tempo suficiente onde ninguém tenha que “engolir” a comida e sair correndo;

  • - oferecer pequenas quantidades de alimento a criança. É preferível começar com uma colher de cada alimento e ir aumentando as quantidades gradativamente. Encher o prato com uma quantidade que a criança não tem condições de ingerir, brigando para que ele termine tudo, não ajuda em nada. Devagar se vai ao longe;

  • - não oferecer refrescos durante as refeições pois, o líquido ingerido junto com a comida, engorda e deixa o indivíduo estufado com mais facilidade. O ideal é beber antes ou depois das refeições;

  • - a criança deve comer sem distrações. Nada de celular na mesa, tablete, Iphone, Ipad, Ipod, televisão, livros e brinquedos. Isto tira a atenção da alimentação;

  • - limitar o tempo para comer em cerca de 30 minutos, pois ajuda a criança a se organizar;

  • - faça um cardápio variado pois, para ampliar a alimentação com um prato único, é difícil.

INCLUSÃO: PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET

CAIXA DE MADEIRA DAS PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET ABERTA COM OS MATERIAIS EXPOSTOS
PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET PARA DOWNLOAD

PROVAS DE DIAGNÓSTICO OPERATÓRIO

PROVA1
MATERIAL: 20 fichas do mesmo tamanho, sendo 10 vermelhas e 10 azuis.
1ª situação – escolhe uma coleção (azul/vermelha). A professora coloca seis de suas fichas e pede que o aluno faça igual.
2ª situação – ela espaça ou aproxima as suas fichas e pede que o aluno faça o mesmo. Pedir que conte quantas sobraram na sua mão e responder quantas tem o professor sem contar.
3ª situação – fazer de novo colocando elas em círculo.

Avaliação – condutas não-conservativas ( até 5 anos), condutas intermediárias ( vacila), condutas conservativas ( não vacila/acerta).

PROVA 2 – conservação das quantidades de líquido
MATERIAL: 2 vidros (5cm/8cm), um vidro estreito mais largo, um vidro largo mais baixo, 4 vidros iguais (1/4 do vidro grande), 1 garrafa com água colorida.
1º – fazer a criança constatar que os dois vidros são iguais;
2º – despejar a água nos dois vidros;
3º – perguntar se os dois tem a mesma quantidade;
4º – despejar a água de volta;
5º – despejar nos vidros pequenos;
6º – despejar de volta.
Avaliação – não avaliativas (até 6 anos), intermediárias (6 a 7 anos), avaliativas ( + de 7 anos)

PROVA 3 – Conservação de comprimento

MATERIAL: 2 fios flexíveis de 10 e 15 cm.
1º – a criança analisa que um fio é maior do que o outro;
2º – diz que as pessoas vão andar pela estrada e vão caminhar a distância de cada fio;
3º – deforma o fio e pergunta se a formiga for andar, vai andar mais ou menos;
4º – deforma o maior e deixa com as mesmas extremidades;
Avaliação – não conserva (até os sete anos) e conserva (depois dos sete anos).

PROVA 4 – conservação de quantidade de matéria

MATERIAL: duas massas de modelar do mesmo tamanho.
1º – pedir que faça duas bolas com a mesma quantidade de massa;
2º – transformar uma bola em salsicha;
3º – perguntar se elas tem a mesma quantidade;
4º – salienta que as duas bolas tinham a mesma quantidade;
5º – transformar a bola em uma mini pizza;
6º – transformar a bola em 10 pedaços.
Avaliação – não conserva (5 a 6 anos), oscila e vacila (6 a 7 anos) e conserva ( + de 7 anos).

PROVA 5 – Conservação de peso

MATERIAL – 2 bolas de massa plástica de cores diferentes, 1 balança, 2 pratos.
1º – pesa outras coisas;
2º – o aluno pesa as duas bolas;
3º – pega uma bola e transforma em salsicha. Antes de pesar pergunta para o aluno o que ele acha. Depois pesa.
4º – transforma em mini pizza e faz a mesma coisa;
5º – deixa a mini pizza e transforma a salsicha em 10 pedaços.
Avaliação – não conserva (até os 7 anos) e conserva (depois dos sete).

PROVA 6 – Conservação de volume

MATERIAL: 2 vidros iguais de água (pequenos) e 2 pedaços de massa de modelar iguais.
1º – fazer o aluno constatar que tem a mesma quantidade de água nos dois vidros;
2º – dizer que vai colocar a água. O que acontece? Insistir para ter a resposta de que o nível de água vai subir;
3º – transforma uma mini pizza;
4º – transforma em pedaços pequenos.
Avaliação – não conserva (até 8 e 9 anos) e conserva (depois dos 9 anos).

PROVA 7 – classes – mudança de critérios – dicotomia

MATERIAL: fichas recortadas – 6 círculos vermelhos e azuis de 50 cm, 6 círculos vermelhos e azuis de 25 cm, 6 quadrados vermelhos e azuis de 50 cm, 6 quadrados vermelhos e azuis de 25 cm, 2 caixas baixas iguais, 1 papelão dividido em duas partes.
1º – coloca as fichas e pergunta para a criança o que ela está vendo;
2º – dizer que faça uma classificação espontânea. Pedir para explicar como fez isto;
3º – pedir que arrume em dois grupos diferentes;
4º – pedir que mude de critério.
Avaliação – sem critérios (4 e 5 anos), com um critério (5 a 6 anos) e com três critérios (acima de 7 anos).

PROVA 8 – quantificação da inclusão de classes

MATERIAL: um ramo de dez margaridas e três rosas.
1º – ver se a criança conhece o termo flor e o nome destas flores;
2º – tem mais margaridas do que flores? Como é que você sabe? Pode mostrar?
3º – duas meninas vão fazer ramos, o primeiro de margarida, desmancha, depois de flores, desmancha, qual tinha mais?
4º – se dou as margaridas para você, o que fica no ramo?
5º – se dou para você as flores, o que fica no ramo?
6º – eu vou fazer uma ramo de margaridas e você de flores. Quem vai ter mais?
Avaliação – não conserva (até 6 anos) e conserva (depois dos 6 anos).

PROVA 9 – intersecção de classes

MATERIAL: 5 fichas redondas das cores vermelha e amarela, 5 quadrados amarelos, 1 folha de papelão com dois círculos desenhados sendo um preto e outro azul que se cruzam.
1º – pedir para o aluno colocar as fichas redondas vermelhas em um círculo, as quadradas amarelas em outro círculo e as redondas amarelas nas partes comuns;
2º – perguntar porque eu pedi para colocar as do meio;
3º – há mais fichas vermelhas ou amarelas;
4º – há mais fichas quadradas ou redondas;
5º – na intersecção, há mais fichas redondas ou amarelas?
6º – há mais fichas quadradas do que amarelas?
Avaliação – conserva após os sete ou oito anos.

PROVA 10 – seriação de bastões

MATERIAL: um anteparo de papelão, 10 bastões de 10 a 16 cm com diferença de 0,6 entre cada um.
1º – pedir que a criança manuseie os bastões;
2º – fazer uma escadinha do menor ao maior. Se não sabe, o professor demonstra com três bastões;
3º – se o sujeito acertou, tirar um bastão e pedir que o aluno feche os olhos e coloque após no local certo;
4º – colocar o papelão, o professor vai pegando, sem o aluno ver, e vai fazendo a escada.
Avaliação – não seria (4 a 5 anos), seria com o primeiro (5 a 6 anos) e seria com três critérios (depois dos sete anos).

PROVA 11 – combinação de fichas duplas para pensamento formal

MATERIAL: 6  fichas de plástico  ou de cartolina com cores diferentes.
1º – pedir que o aluno faça com as fichas, sem repetir, o maior número de duplas;
2º – registrar o número de duplas;
3º – avaliar o número de tentativas.
Avaliação – número 1 (não combina, repete), número 2 (não consegue prever) número 3 (chega a descobrir trinta duplas).

PROVA 12 – permutações possíveis com um conjunto determinado de fichas

MATERIAL: 6 fichas plásticas ou de cartolina com cores diferentes.
1º – fazer permutações com quatro fichas.


INCLUSÃO: EXAME DAS HABILIDADES MULTISENSORIAIS BÁSICAS

IMAGEM DE UMA CABEÇA DE LADO MONTADA COM PEÇAS DE QUEBRA CABEÇA COLORIDAS
EXAME DAS HABILIDADES MULTISENSORIAIS BÁSICAS

  • INTEGRAÇÃO SINESTÉSICA (RITMO);
  • Observe como o professor bate na mesa e repita igualmente: ( O/OO/O), (OO/O/OO), (OO/O), (OOO/O/OO), (O/OOO/OO), (O/OO/OO/O), (OOO/OOO);

  • Da mesma forma, toque o sino e represente com bolinhas:

  • Discriminação tátil: feche os olhos e concentre-se em contar o número de vezes que o professor vai tocar na tua costas: (2), (4), (8), (10), (14);

  • Integração e orientação visual motora: pegue uma folha de papel e coloque da maneira que quiser. Feche os olhos e escreva o seu nome. Agora coloque outra folha na mesa e novamente escreva o seu nome.

  • DETERMINAÇÃO DAS DISFUNÇÕES NEUROPSICOLÓGICAS:

  • MOBILIDADE DOS OLHOS: mantenha a cabeça imóvel e siga com os olhos a borracha ou lápis:

  • Formar um círculo com o polegar e depois com os outros dedos. Agora toque cada dedo com o polegar e depois repita com a outra mão;

  • MOVIMENTO DEDO/NARIZ: toque a ponta de seu nariz. Agora toque na minha mão e toque o seu nariz. Faça o mesmo com a outra mão;

  • MOVIMENTO RÁPIDO DAS MÃOS: coloque as mãos nos seus joelhos e com palmas bata para cima e para baixo o mais rápido possível.

  • Feche os olhos e toque nas duas partes do corpo que o professor pedir;

  • Andar com um pé na frente do outro para frente e para trás. Depois faça com os olhos fechados;

  • MOVIMENTOS CUNEIFORMES: extensão dos braços e das pernas. Sentar em uma cadeira e esticar os braços e as pernas, estender os dedos e mostrar a língua. Manter esta postura por um minuto;

  • EQUILÍBRIO E PULO: manter-se sobre o pé direito e salte duas vezes. Fazer com o lado esquerdo e depois de olhos fechados;

  • ESTENOGNOSIAS: falar o nome das coisas colocadas em sua mão. A mão deve estar atrás das costas;


  • GRAFESTENIA: feche os olhos e tente descobrir que letras o professor está fazendo com o dedo indicador: ( O, A, C, S, V);

  • LATERALIDADE: feche os olhos. Levante o braço esquerdo. Depois o direito. Abaixe o braço direito e depois o braço esquerdo.

  • DOMINÂNCIA DO OLHO: olhar por um rolo de papel, pelo buraco de um cartão e apontar um rifle;

  • DOMINÂNCIA DE PÉ: chutar uma bola, um balão, escrever a inicial de seu nome com o pé;

  • DOMINÂNCIA DA MÃO: escrever seu nome, lançar uma bola, cortar com uma tesoura, imaginar que está escovando os dentes, desenhar figuras propostas.

  • DOMINÂNCIA DE OUVIDO: cobrir o ouvido direito e sussurrar no direito. Pedir que ela diga o que ouviu. Depois inverter o ouvido:


AtividadeOuvido esquerdoOuvido direito
Dígitos1638249
29507
023615
3169482
70529
516302
Consoantes travadasFL – PR – CLPL – BL – BR
FL – CL – GR
PL – FL – CL – DR
CL – FL – PRBR – BL – PL
TR – FL – CL – GR
DR – PL – FL – CL
sílabasIN – AR – ALDAD – ID – ED
ON – BI – EX
AR – AL – INID – DAD – ED
EX – ON – BI



GRADE DE RESPOSTAS
ATIVIDADESIMNÃON. PON.P. MÁX
  1. SONS CONSONÂNTICOS;
10
  1. CONSOANTES TRAVADAS;
09
  1. PARTICULARES;
07
  1. MEL;
01
  1. SAL;
01
  1. PATA;
01
  1. GOL;
01
  1. REPETIR SONS;
05
  1. LETRAS (SOM/INÍCIO);
06
  1. RIMAS;
04
  1. REPETIR TRECHO;
01
  1. SONS COM PALMAS;
06
  1. REPETIR SONS;
06
  1. OLHAR/DIREÇÃO;
06
  1. LEITURA DE SÍMBOLOS;
07
  1. ESTRELAS;
01
  1. LETRA H;
01
  1. FAROL;
01
  1. DESENHOS INACABADOS;
03
  1. RITMO;
07
  1. SINO;
07
  1. DEDO NAS COSTAS;
05
  1. NOME DE OLHO FECHADO;
02
  1. MOBILIDADE DOS OLHOS;
01
  1. POLEGARES;
02
  1. DEDO/NARIZ;
02
  1. MOVIMENTO RÁPIDO DAS MÃOS;
02
  1. TOQUE EM PARTES DO CORPO;
03
  1. ANDAR COM PÉ NA FRENTE;
04
  1. MOVIMENTOS CUNEIFORMES;
01
  1. MANTER POSTURA;
01
  1. EQUILÍBRIO E PULO;
06
  1. ESTENOGNOSIA;
06
  1. GRAFESTENIA;
05
  1. LATERALIDADE;
05
  1. DOMINÂNCIA DE OLHO;
03
  1. DOMINÂNCIA DE PÉ;
03
  1. DOMINÂNCIA DE MÃO;
14
  1. DOMINÂNCIA DE OUVIDO:
06
  1. TOTAL

INCLUSÃO: QUESTIONÁRIOS INFORMAIS PARA OBSERVAÇÃO DE SINAIS DE DISLEXIA

IMAGEM DE UM MENINO DE COSTAS COM A MÃO NA CABEÇA OLHANDO PARA UM QUADRADO ONDE ESTÁ ESCRITA A LETRA N E PENSANDO QUE É A LETRA Z
QUESTIONÁRIOS INFORMAIS PARA OBSERVAÇÃO DE SINAIS DE DISLEXIA

Questionário para dislexia – 7 a 8 anos
Aluno: ____________________________data de nascimento: ______________
Escola: ___________________________ série: _________________________
Questão:Quase sempreraramentenunca
1.tem atraso na leitura de três anos ou mais em relação a crianças da mesma idade.
2.a velocidade da leitura é inferior a 50/60 palavras por minuto.
3.comete erros freqüentes na leitura: omissões, substituições, inversões de fonemas, vogais e consoantes sonoras.
4.compreensão do texto pobre.
5.seu QI é normal ou superior.
6.apresenta baixo rendimento em ortografia.
7. tem rendimento baixo em cálculos principalmente na multiplicação.
8.apresenta movimentos involuntários associados principalmente quando lê e escreve.
9.não gosta de ir a escola, fracassa nas avaliações, não gosta do meio escolar e tem falta de motivação para o aprendizado.
10.apresenta ansiedade e medo na hora de ler em voz alta.
11.apresenta erros freqüentes na escrita: omissões, substituições, adições e inversões de letras.

Questionário para dislexia – 8 a 13 anos
Aluno: ____________________________data de nascimento: ______________
Escola: ___________________________ série: _________________________
Questão:Quase sempreraramentenunca
1.copia lentamente o texto do quadro e com erros.
2.sente dificuldade em recordar a tabuada (3X4).
3.comete erros de ortografia.
4.sente-se frustrado e faz birra e tem problemas de comportamento especialmente associado as aulas ou com o trabalho escolar.
5.não quer ir a escola.
6.sente dificuldade em colocar as idéias por escrito.
7. a leitura é difícil e lenta comparada com as crianças da mesma idade.
8.não gosta de ler especialmente em voz alta.
9.não percebe o que lê, omite palavras ou interpreta mal a leitura.
10.tem dificuldade em seguir instruções, especialmente se forem dadas de forma escrita ou oral.
11. a escrita tem pouca ou nenhuma pontuação.
Questionário para dislexia – maiores de 13 anos
Aluno: ____________________________data de nascimento: ______________
Escola: ___________________________ série: _________________________
Questão:Quase sempreraramentenunca
1.tem dificuldade em distinguir lado direito e esquerdo.
2.é complicado ler um mapa ou encontrar uma direção em um lugar desconhecido.
3.sente-se desconfortável quando lê em voz alta.
4.demora mais tempo do que era suposto para ler a página de um livro.
5.sente dificuldades em perceber ou recordar tudo que leu.
6.não gosta de ler livros com muitas páginas.
7. tem dificuldades em soletrar palavras.
8.a sua letra (caligrafia) é difícil de ler.
9.fica confuso se tiver que falar em público.
10.acha difícil escrever mensagens no celular.
11. quando diz uma palavra longa, te dificuldades em dizer os sons pela ordem correta.
12.acha difícil somar e subtrair usando somente a sua mente sem usar os dedos e papel.
13.confunde os números quando os marca no telefone.
14.consegue dizer os meses do ano rapidamente.
15.consegue dizer os meses do ano de trás para frente.
16.confunde datas e horas e esquece-se de compromissos importantes.
17.acha que o preenchimento de impressos são algo muito confuso.
18.confunde números 95 e 59.

INCLUSÃO: SÍNDROME DE HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO: OBSERVAÇÃO DA CONDUTA DO ALUNO

IMAGEM DE TRÊS AÇÕES QUE ENVOLVEM CRIANÇAS DEMONSTRANDO A DESATENÇÃO, HIPERATIVIDADE E A IMPULSIVIDADE
SÍNDROME DE HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO
OBSERVAÇÃO DA CONDUTA DO ALUNO

CONDUTA APRESENTADASIMNÃO
1. FRACA ORIENTAÇÃO ESPAÇO-TEMPORAL
2. CONCEITO DE ESQ. CORPORAL DISTORCIDO
3. ASSIMETRIA DE REFLEXOS
4. MÁ COORDENAÇÃO VISUAL- MOTORA
5. LENTO DESENV. E IRREGULARIDADES NA LEITURA E NA FALA
6. LENTIDÃO NA EXECUÇÃO DE TAREFAS
7. ESCASSO DOMÍNIO SOBRE A REALIDADE
8. FRUSTRAÇÃO CONSTANTE – HOSTIL
9. REGRESSÃO FRENTE A REALIDADE FRUSTRANTE
10. COMPORTAMENTO VAI DESDE A AGRESSIVIDADE ATÉ A PASSIVIDADE


SÍNDROME DE HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO
CRITÉRIOS DIAGNÓSTICOS PARA TRANSTORNO DE HIPERATIVIDADE E DÉFICIT DE ATENÇÃO

-         SEIS OU MAIS SINTOMAS EM CADA BLOCO, PRESENTE NUM PERÍODO DE 6 MESES;
-         SINTOMAS PRESENTES EM DOIS CONTEXTOS;
-         NÃO SÃO APLICADOS A OUTRO TRANSTORNO;
-         CODIFICAR COM BASE NO TIPO:


ESPECIFICAÇÃOTIPO
314.01TIPO COMBINADO
314.00TIPO PREDOMINANTEMENTE DESATENTO
314.01TIPO PREDOMINANTEMENTE HIPERATIVO
EM REMISSÃO PARCIALEM ADULTOS E ADOLESCENTES QUE APRESENTAM OS SINTOMAS MAS NÃO ATENDEM OS CRITÉRIOS



CRITÉRIO 1 – freqüentemente:

DESATENÇÃO


CRITÉRIOSIMNÃO
1. não presta atenção em detalhes e comete erros por omissão em atividades escolares, de trabalho e outras.
2. tem dificuldade em manter  a atenção em atividades escolares e lúdicas.
3. parece não ouvir quando lhe dirigem a palavra.
4. não segue instruções e não termina deveres escolares, tarefas domésticas e trabalhos profissionais.
5. tem dificuldade em organizar tarefas e atividades.
6. evita, demonstra ojeriza ou reluta em envolver-se em tarefas que exijam esforço mental constante (tarefas escolares e deveres de casa).
7. perde coisas necessárias como: brinquedos, matérias e roupas.
8. é facilmente distraído por estímulos alheios a sua tarefa.
9. apresenta esquecimento em atividades diárias.



CRITÉRIO 2 – freqüentemente:

HIPERATIVIDADE


CRITÉRIOSIMNÃO
1.agita as mãos e os pés ou se remexe na cadeira.
2. abandona sua cadeira, na sala de aula, ou em outras situações na qual se espera que ele fique sentado.
3. corre ou escala em demasia, em situações impróprias.
4. em adultos, tem limitações subjetivas de inquietude.
5. tem dificuldades em brincar e se envolver silenciosamente em atividades de lazer.
6. está freqüentemente a mil ou a todo vapor.
7. fala em demasia.




CRITÉRIO 2 – freqüentemente:

IMPULSIVIDADE


CRITÉRIOSIMNÃO
1. dá respostas precipitadas a perguntas antes das perguntas terem sido totalmente formuladas.
2. tem dificuldade em aguardar a sua vez em atividades variadas.
3. interrompe e se intromete em assuntos alheios, tanto em conversas como em brincadeiras.



INCLUSÃO: COMO APLICAR AS PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET?

CAIXA DE MADEIRA DAS PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET ABERTA COM OS MATERIAIS EXPOSTOS
COMO UTILIZAR AS PROVAS OPERATÓRIAS DE PIAGET?

PROVA 01 – CONSERVAÇÃO DE PEQUENOS CONJUNTOS DISCRETOS DE ELEMENTOS
Pedir que o aluno escolha uma das coleções de fichas e as coloque lado a lado formando uma fila. Fazer em baixo a mesma fila com as fichas de outra cor. Perguntar ao aluno se estas filas tem a mesma quantidade. De acordo com a resposta da criança, separar as fichas da fila de baixo.
Perguntar se as duas filas possuem a mesma quantidade. Porque? Onde tem mais? Onde tem menos?
Para uma resposta conservativa perguntar: se esta linha está mais comprida, será que ela tem mais fichas?
Para uma resposta não conservativa perguntar: você se lembra que antes as duas fileiras tinham a mesma quantidade? O que você acha agora?
Após dar as fichas vermelhas para o aluno e ficar com as azuis. Perguntar: Quantas fichas eu tenho na mão? Responda sem contar. Como você sabe?
AVALIAÇÃO DA PROVA:
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 4 OU 5 ANOS) – o aluno não conserva a noção quando modificada e poderá ou não resolver a questão de quantidade.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (ENTRE 5 E 6 ANOS) – o aluno consegue conservar quando há a troca mas vacila na resposta e não justifica o porque. Consegue resolver a questão da quantidade.
NÍVEL 3 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (APÓS 6 ANOS) – tem noção de identidade (tem o mesmo, não tirou e não botou nada), tem noção de reversibilidade (se esticar não muda) e tem noção de compensação (uma está com as fichas mais perto e o outro com as fichas mais longe).

PROVA 02 – CONSERVAÇÃO DE QUANTIDADES DE LÍQUIDOS – TRANSVASAMENTO
Fazer a criança constatar que os recipientes a serem usados são iguais. Colocar a mesma quantidade de líquido em duas garrafas iguais e pedir que ela coloque esta quantidade em dois copos diferentes.
Perguntar para a criança se ela beber o que há no copo 1 e no copo 2 estará bebendo a mesma quantidade?
Modificar a atividade para o uso de copos iguais e de garrafas diferentes. Colocar a água em dois copos iguais e passar para duas garrafas diferentes. Fazer a mesma pergunta novamente.
AVALIAÇÃO DA PROVA:
NÍVEL 1 – JULGAMNETOS OSCILANTES ENTRE CONSERVAÇÃO E NÃO CONSERVAÇÃO (ENTRE 5 E 6 ANOS) – predomínio da não conservação. Considera-se que tem mais no mais alto, oscilando as suas respostas (hora tem mais e hora tem menos). As justificativas dadas não são claras.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS OSCILANTES ENTRE CONSERVAÇÃO E NÃO CONSERVAÇÃO (ENTRE 6 E 7 ANOS) – oscila nas suas respostas principalmente pela contra argumentação. Melhoram as justificativas mas estas ainda não são bem claras.
NÍVEL 3 – NOÇÃO CONSERVATIVA ( A PARTIR DE 7 ANOS) – realiza a operação, justifica e a resposta é mantida mesmo com a contra-argumentação.

PROVA 03 – NOÇÃO DE QUANTIDADE DE MATÉRIA (QUANTIDADE CONTÍNUA)
Faça as duas bolas de massa de modelar iguais. Pergunte para a criança: se fossem bolos e nos fossemos comer, estas duas teriam a mesma quantidade? O que devo fazer para ficarem iguais?
Agora transforme uma das bolas em uma salsicha. Pergunte para a criança: será que tem a mesma quantidade na bola e na salsicha? Como você sabe? A salsicha é mais comprida que a bola? Ela tem a mesma quantidade? Você não lembra que as bolas tinham a mesma quantidade? O que você acha agora?
E se eu transformar a salsicha em uma bola agora elas ficam iguais? E se eu fizer a salsicha de novo? Agora vou fazer bolas pequenas. Elas ficam com a mesma quantidade?
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 5 ANOS) – não consegue conservar quando muda a bola, mesmo com a contra argumentação.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (ENTRE 5 E 6 ANOS) – julga igual ou diferente, mas muda com a contra-argumentação. As justificativas não são claras.
NÍVEL 3 – CONSERVAÇÃO (A PARTIR DOS 7 ANOS) – realiza a conservação e justifica.

PROVA 04 – CONSERVAÇÃO DE COMPRIMENTO
Mostrar duas fitas, sendo uma larga e outra estreita. Perguntar para o aluno: se na estrada A a gente vai caminhar a mesma coisa que na estrada B? a estrada A é menos comprida, mais comprida ou a mesma coisa que a estrada B?
Deforme as fitas e pergunte se a formiguinha vai caminhar a mesma coisa se caminhar nestas duas estradas? Depois faz o mesmo fazendo curvas.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (ATÉ 6 ANOS) – quando transformadas as fitas não conserva e não justifica.
NÍVEL 2 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (APÓS 7 ANOS) – conserva e justifica.

PROVA 05 – CONSERVAÇÃO DE PESO
O professor utiliza a balança mostrando, com o auxílio de diferentes materiais, como é o uso de uma balança. O examinador dá, para o aluno, dois pedaços de massa de modelar e pede para que faça duas bolas. Usa a balança para mostrar o peso. Depois transforma uma das bolas em uma salsicha. Pergunta: você pensa que a salsicha pesa a mesma coisa que a bola ou é mais pesada? Depois transforma a bola em mini pizza e depois em pedaços de 8 a 10 bolas pequenas. Sempre pergunta o que pesa mais.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – NOÇÃO NÃO CONSERVATIVA (6 A 7 ANOS) – o peso é julgado mais ou menos pesado em cada transformação e ele não sabe justificar o porque.
NÍVEL 2 – NOÇÃO INTERMEDIÁRIA (7 ANOS) – os julgamentos oscilam entre a conservação e na não conservação.
NÍVEL 3 – NOÇÃO CONSERVATIVA (A PARTIR DE 8 ANOS) – os pesos são julgados iguais e sabe justificar o porque.

PROVA 06 – CONSERVAÇÃO DE VOLUME

O professor leva o aluno a constatar a mesma quantidade de água nos dois copos usados. Depois pede que ele faça duas bolas iguais, que tenham a mesma quantidade.
Depois pergunta: se você puser esta bola dentro do vidrinho o que acontecerá com a água lá dentro? Porque você acha isto? Se colocarmos a água no outro vidrinho, a água subirá o memso que este, mais, ou menos?
Depois ele transforma uma das bolas em uma salsicha e faz o gesto de colocá-la no vidro. Pergunta: se eu coloco esta salsicha aqui a água subirá a mesma coisa que no outro copo, mais ou menos? Faz o mesmo procedimento com a mini pizza e as 8 a 10 bolinhas pequenas.
AVALIAÇÃO
NÍVEL 1 – CONDUTAS NÃO CONSERVATIVAS (8 A 9 ANOS) – o peso varia conforme a justificativa dada e muitas vezes não consegue justificar.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (10 ANOS) – as respostas variam de acordo com a noção de não conservação e de conservação e consegue justificar com confiança mesmo que esteja errado.
NÍVEL 3 – CONDUTAS CONSERVATIVAS (11 A 12 ANOS) – demonstram a noção de conservação e justificam as suas colocações.
PROVA 07 – MUDANÇA DE CRITÉRIO (DICOTOMIA)
Distribuir aos alunos fichas azuis e vermelhas, redondas e quadradas, pequenas e grandes. O examinador coloca as fichas na mesa e pergunta para o aluno o que ele está vendo.
Você pode juntar todas as fichas que combinam? Ponha junto todas que são iguais. Ponha junto todas que tem alguma coisa igual. Ponha junto as que se parecem. Porque você as colocou assim?
Agora gostaria que você fizesse apenas dois grupos. Porque você colocou assim? Como a gente poderia chamar este monte? E este aqui?
Será que você poderia arrumar em dois grupos diferentes destes? Após tentar uma  terceira  classificação.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – COLEÇÕES FIGURAIS (4 A 5 ANOS) – classificam por uma característica, mudando o critério e não utilizando todas as possibilidades.
NÍVEL 2 – INÍCIO DA CLASSIFICAÇÃO (5 A 6 ANOS) – faz classificações por critérios diferentes, mas não antecipa o uso dos critérios.
NÍVEL 3 – DICOTOMIA SEGUNDO TRÊS CRITÉRIOS (APÓS 7 ANOS) – realiza a classificação nos três critérios e antecipa o uso destes.

PROVA 08 – QUANTIDADE DA INCLUSÃO DE CLASSES
Verificar se a criança conhece o nome das flores a serem usadas. Quais os nomes das flores que você conhece? Perguntar das margaridas e rosas.
Perguntar se neste ramo há mais margaridas ou rosas? Dizer que você precisa de um ramo só de margaridas e pedir que o aluno separe. Perguntar qual o ramo que tem mais, o de margaridas ou o de rosas? Porque? Se eu dou para você as margaridas o que fica no outro ramo? Eu vou fazer um ramo só de margaridas e você fica com as rosas. Quem vai fazer o ramo maior? Como você sabe?
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – AUSÊNCIA DE QUANTIFICAÇÃO INCLUSIVA (5 A 6 ANOS) – identifica que há mais margaridas do que rosas mas erra na subtração das classes.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INETERMEDIÁRIAS ( 6 A 7 ANOS) – hesita nas respostas e se confunde na contra-argumentação.
NÍVEL 3 – EXISTÊNCIA DE QUANTIFICAÇÃO INCLUSIVA (A PARTIR DOS 7 OU 8 ANOS) – responde corretamente a todas as questões.

PROVA 09 – INTERSECÇÃO DE CLASSES
Coloque o círculo da prova com as fichas redondas amarelas no meio da junção dos dois círculos. Por fora deixe as redondas vermelhas e as quadradas vermelhas e amarelas.
Perguntar porque o aluno acha que eu deixei as redondas amarelas no meio. Há mais fichas vermelhas ou amarelas? Há mais fichas quadradas ou redondas? Há mais fichas redondas  do que amarelas? Há a mesma coisa, mais ou menos fichas quadradas do que amarelas? Como é que você sabe? Você pode me mostrar? O que tem no círculo preto? E no azul?

AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – SEM NOÇÃO DE INTERSECÇÃO (4 A 5 ANOS) – responde as perguntas em separado, mas não compreende a intersecção e a inclusão.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS ( 6 ANOS) – faz repetições e pode dar algumas respostas corretamente.
NÍVEL 3 – NOÇÃO DE INTERSECÇÃO (7 A 8 ANOS) – dá respostas corretas.

PROVA 10 – SERIAÇÃO DE BASTONETES
Dá o material em desordem para que ele monte. Pedir que ele faça uma escadinha com o material, colocando-os do maior ao menor. Se ele não souber demonstrar com três pauzinhos. Pedir que o aluno feche os olhos e retirar um dos bastonetes. Depois pedir para o aluno recolocar no local correto.
Dizer que ele vai lhe dar um bastonete de cada vez para você fazer uma escadinha no papelão.

AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 -  AUSÊNCIA DE SERIAÇÃO (3 A 5 ANOS) – de 3 a 4 anos existe a ausência de série e não compreende a proposta. De 4 a 5 anos faz série de 3 a 4 bastões, se confunde com o todo e não consegue intercalar os outros.
NÍVEL 2 – CONDUTA INTERMEDIÁRIA (5 A 6 ANOS) – compara cada bastão para fazer a série.
NÍVEL 3 – ÊXITO OBTIDO POR MÉTODO OPERATÓRIO (7 anos em diante) –antecipa os critérios e realiza corretamente as atividades.
PROVA 11 – PROVA DE COMBINAÇÃO DE FICHAS DUPLAS PARA PENSAMENTO FORMAL
Pedir que o aluno faça, com estas fichas, o maior número de combinações possíveis. Tente fazer com as fichinhas todas as duplas que puder, não pode repetir. É valida fazer a combinação visual com um par.
Cores das fichas – vermelho, azul, verde, amarelo, laranja, preto.
AVALIAÇÃO DA PROVA
NÍVEL 1 – AUSÊNCIA DE CAPACIDADE COMBINATÓRIA (11 ANOS) – não consegue fazer muitas combinações e não estabelece critérios.
NÍVEL 2 – CONDUTAS INTERMEDIÁRIAS (12 ANOS) – faz combinações mas não consegue prever o número total de combinações.
NÍVEL 3 – CONDUTAS OPERATÓRIAS (13 ANOS EM DIANTE) – chega a descobrir até 30 duplas e justifica suas combinações.
PROVA 12 – PERMUTAÇÕES POSSÍVEIS COM UM CONJUNTO DETERMINADO DE FICHAS
Procurar fazer o mesmo exercício anterior com o uso de quatro fichas simultaneamente.
Avaliação é a mesma.

MATERIAL PARA AS PROVAS DE PIAGET
PROVA 1 – 20 fichas de papelão grosso sendo dez azuis e 10 vermelhas.
PROVA 2 – 2 garrafas plásticas de água mineral e dois copos de tamanho diferente.
PROVA 3 – duas massas de modelar de pote
PROVA 4 – duas fitas de 15cm e 10cm.
PROVA 5 – uma balança e duas massas de modelar de pote.
PROVA 6 – 2 vidros com água e duas massas de modelar.
PROVA7 – 6 círculos azuis de 25mm, 6 círculos vermelhos de 50mm, 6 quadrados azuis de 50mm, 6 quadrados vermelhos de 25mm, 1 tampa de caixa de papelão e 2 caixas baixas.
PROVA 8 – 1 ramalhete com 10 margaridas e 3 rosas.
PROVA 9 – 5 fichas redondas amarelas, 5 fichas quadradas amarelas, 1 folha de papelão com dois círculos interligados sendo 1 preto e o outro azul.
PROVA 10 – bastonetes graduados de 16 a 10 cm com intervalo de 0,6 entre cada bastão e 1 anteparo de papelão.
PROVA 11 – 6 FICHAS DE CORES DIFERENTES