"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela) "

quarta-feira, 29 de maio de 2013

Paulo Freire: A importância 
do Ato de Ler
Introdução
O livro A Importância do Ato de Ler, de Paulo Freire, relata os aspectos da biblioteca popular e a relação com a alfabetização de adultos desenvolvida na República Democrática de São Tomé e Príncipe.
Ao mesmo tempo, nos esclarece que a leitura da palavra é precedida da leitura do mundo e também enfatiza a importância crítica da leitura na alfabetização, colocando o papel do educador dentro de uma educação, onde o seu fazer deve ser vivenciado, dentro de uma prática concreta de libertação e construção da história, inserindo o alfabetizando num processo criador, de que ele é também um sujeito.
1 – A importância do ato de ler
Segundo Paulo Freire a leitura do mundo precede sempre a leitura da palavra. O ato de ler se veio dando na sua experiência existencial. Primeiro, a leitura do mundo do pequeno mundo em que se movia; depois, a leitura da palavra que nem sempre, ao longo da sua escolarização, foi a leitura da palavra mundo. Na verdade, aquele mundo especial se dava a ele como o mundo de sua atividade perspectiva, por isso, mesmo como o mundo de suas primeiras leituras.
Os textos, as palavras, as letras daquele contexto em cuja percepção experimentava e, quando mais o fazia, mais aumentava a capacidade de perceber se encarnavam numa série de coisas, de objetos, de sinais, cuja compreensão ia aprendendo no seu trato com eles, na sua relação com seus irmãos mais velhos e com seus pais.
A leitura do seu mundo foi sempre fundamental para a compreensão da importância do ato de ler, de escrever ou de reescrevê-lo, e transformá-lo através de uma prática consciente.
1. “Esse movimento dinâmico é um dos aspectos centrais do processo de alfabetização que deveriam vir do universo vocabular dos grupos populares, expressando sua real linguagem carregadas da significação de sua experiência existencial e não da experiência do educador”.
A alfabetização é a criação ou a montagem da expressão escrita da expressão oral. Assim as palavras do povo, vinham através da leitura do mundo. Depois voltavam a eles, inseridos no que se chamou de codificações, que são representações da realidade.
No fundo esse conjunto de representações de situações concretas possibilitava aos grupos populares uma leitura da leitura anterior do mundo, antes da leitura da palavra.
2. “O ato de ler implica na percepção crítica, interpretação e da re-escrita do lido”.
1.1 – Alfabetização de Adultos e Biblioteca Populares: Uma introdução
Para Paulo Freire falar de alfabetização de adultos e de biblioteca populares é falar, entre muitas outras coisas, do problema da leitura e da escrita. Não da leitura de palavras e de sua escrita em si próprias, como se lê-las e escrevê-las, não implicasse uma outra leitura da realidade mesma, para aclarar o que chama de prática e compreensão crítica da alfabetização.
Do ponto de vista crítico é tão impossível negar a natureza política do processo educativo quanto negar o caráter educativo do ato político. Quanto mais ganhamos esta clareza através da prática, mais percebemos a impossibilidade de separar a educação da política e do poder.
A relação entre a educação enquanto subsistema e o sistema maior são relações dinâmicas contraditórias. As contradições que caracterizam a sociedade como está sendo, penetram a intimidade das instituições pedagógica em que a educação sistemática se está dando e alterando o seu papel ou o seu esforço reprodutor da ideologia dominante.
3. “O que temos de fazer então, enquanto educadoras ou educadores, é aclarar assumindo a nossa opção que é política, e ser coerentes com ela na prática”.
A questão da coerência entre a opção proclamada e a prática é uma das exigências que educadores críticos se fazem a si mesmos. É que sabem muito bem que não é o discurso o que ajuíza a prática, mas a prática que ajuíza o discurso.
4. “Quem apenas fala e jamais ouve; quem imobiliza o conhecimento e o transfere a estudantes, quem ouve o eco, apenas de suas próprias palavras, quem considera petulância a classe trabalhadora reivindicar seus direitos, não tem realmente nada que ver com a libertação nem democracia”.
Pelo contrário, quem assim atua e assim pensa, consciente ou inconsciente, ajuda a preservação das estruturas autoritárias.
Só educadoras e educadores autoritários negam a solidariedade entre o ato de educar e o ato de ser educado pelos educandos.
Uma visão da educação é na intimidade das consciências, movida pela bondade dos corações, que o mundo se refaz. É, já que a educação modela as almas e recria corações ela é a alavanca das mudanças sociais.
5. “Se antes a transformação social era entendida de forma simplista, fazendo-se com a mudança, primeiro das consciências, como se fosse a consciência de fato, a transformadora do real, agora a transformação social é percebida como um processo histórico”.
Se antes a alfabetização de adultos era tratada e realizada de forma autoritária, centrada na compreensão mágica da palavra doada pelo educador aos analfabetos; se antes os textos geralmente oferecidos como leitura aos alunos escondiam a realidade, agora pelo contrário, alfabetização como ato de conhecimento, como um ato criador e como ato político é um esforço de leitura do mundo e da palavra. Agora já não é possível textos sem contexto.
A alfabetização de adultos e pós-alfabetização implicam esforços no sentido de uma correta compreensão do que é a palavra escrita, a linguagem, as relações com o contexto de quem fala, de quem lê e escreve, compressão, portanto da relação entre a leitura do mundo e leitura da palavra. Daí a necessidade que tem uma de biblioteca popular, buscando o adentramento crítico no texto, procurando aprender a sua significação mais profunda, propondo aos leitores uma experiência estética, de que a linguagem popular é inteiramente rica.
A forma com que atua uma biblioteca popular, a constituição do seu acervo, as atividades que podem ser desenvolvidas no seu interior, tudo isso tem que ser como uma certa política cultural.
Se antes raramente os grupos populares eram estimulados a escrever seus textos, agora é fundamental fazê-lo, desde o começo da alfabetização para que, na pós-alfabetização, se vá tentando a formação do que poderá vir a ser uma pequena biblioteca popular com a inclusão de páginas escritas pelos próprios educandos.
1.2 – O Povo diz a sua Palavra ou a Alfabetização em São Tomé e Príncipe
Segundo Freire com a alfabetização de adultos no contexto da República Democrática de São Tomé e Príncipe, a cujo governo vem dando juntamente com Elza Freire, uma contribuição no campo da educação de adultos como assessor, se torna indispensável uma concordância em torno de aspectos fundamentais entre o assessor e o governo assessorado.
6. “Seria impossível, por exemplo, dar uma colaboração, por mínima que fosse a uma campanha de alfabetização de adultos promovido por um governo antipopular”.
Não poderia assessorar um governo que em nome da primazia da aquisição de técnicas de ler e escrever palavras por parte dos alfabetizando, exigi-se, ou simplesmente sugerisse que fizesse a dicotomia entre a leitura do texto e a leitura do contexto.
Um governo para quem a leitura do concreto, o desenvolvimento do mundo não são um direito do povo, que, por isso mesmo, deve ficar reduzido à leitura mecânica da palavra.
É exatamente este aspecto importante o da relação dinâmica entre a leitura da palavra e a leitura da realidade em que nós encontramos coincidentes os governos de São Tomé e Príncipes e nós.
Todo esforço que vem sendo feito em São Tomé e Príncipe na prática da alfabetização de adultos como na da pós-alfabetização se orienta neste sentido.
7. “Os cadernos de cultura popular vêm sendo usados pelos educandos como livros básicos, com exercícios chamados Praticar para o Aprender. A linguagem dos textos é desafiadora e não sloganizado. O que se quer é a participação efetiva do povo enquanto sujeito, na reconstrução do país, a serviço de que a alfabetização e a pós-alfabetização se acham”.
Por isso mesmo os cadernos não são nem poderiam ser livros neutros, é a participação crítica e democrática dos educandos no ato de conhecimento de que são também sujeitos. É a participação do povo no processo de reinvenção de sua sociedade, no caso a sociedade são tomense, recém-independente do jugo colonial, que há tanto tempo a submetia.
É preciso, na verdade, que a alfabetização de adultos e a pós-alfabetização, a serviço da reconstrução nacional, contribuam para que o povo, tomando mais e mais a sua História nas mãos, se refaça na leitura da História, estando presente nela e não simplesmente nela estar representado.
8. “No fundo o ato de estudar, enquanto ato curioso do sujeito diante do mundo é expressão da forma de estar sendo dos seres humanos, como seres sociais, históricos, seres fazedores, transformadores, que não apenas sabem, mas sabem que sabem”.
O povo tem de conhecer melhor, o que já conhece em razão da sua prática e de conhecer o que ainda não conhece.
Nesse processo, não se trata propriamente de entregar ou de transferir às massas populares a explicação mais rigorosa dos fatos como algo acabado, paralisado, pronto, mas contar, estimulando e desafiando, com a capacidade de fazer, de pensar, de saber e de criar das massas populares.
Na alfabetização pós-alfabetização não nos interessa transferir ao Povo frases e textos para ele ir lendo sem entender. A reconstrução nacional exige de todos nós uma participação consciente em qualquer nível, exige ação e pensamento, exige prática e teoria, procurar descobrir de entender o que se acha mais escondido nas coisas e aos fatos que nós observamos e analisamos.
A reconstrução nacional precisa de que o nosso Povo conheça mais e melhor a nossa realidade.
2 – Análise das idéias do autor
Ao elaborar uma síntese das reflexões sobre o livro: A Importância do Ato de Ler e as relações da biblioteca popular com a alfabetização de adulto, leva-nos a compreensão da prática democrática e crítica da leitura do mundo e da palavra, onde a leitura não deve ser memorizada mecanicamente, mas ser desafiadora que nos ajude a pensar e analisar a realidade em que vivemos.
9. “É preciso que quem sabe, saiba sobre tudo que ninguém sabe tudo e que ninguém tudo ignora”. (FREIRE, p.32).
É essencial que saibamos valorizar a cultura popular em que nosso aluno está inserido, partindo desta cultura, e procurando aprofundar seus conhecimentos, para que participe do processo permanente da sua libertação.
10. “A biblioteca popular como centro cultural e não como um depósito silencioso de livros, é vista como um fator fundamental para o aperfeiçoamento e a intensificação de uma forma correta de ler o texto em relação íntima com o contexto”. (FREIRE, p.38).
Nesse sentido a atuação da biblioteca popular, tem algo a ver com uma política cultural, pois incentiva a compressão crítica do que é a palavra escrita, a linguagem, as suas relações com o contexto, para que o povo participe ativamente das mudanças constantes da sociedade.
“O processo de aprendizagem na alfabetização de adultos está envolvido na prática de ler, de interpretar o que lêem, de escrever, de contar, de aumentar os conhecimentos que já têm e de conhecer o que ainda não conhecem, para melhor interpretar o que acontece na nossa realidade”. (FREIRE, p. 48).
Isso só será conseguido através de uma educação que estimule a colaboração, que dê valor à ajuda mútua, que desenvolva o espírito crítico e a criatividade: uma educação que incentive o educando unindo a prática e a teoria, com uma política educacional condizente com os interesses do nosso Povo.
Soraya M Marques

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terça-feira, 28 de maio de 2013


História - A História da fada dos dentes

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Cantigas para trabalhar com a 

Sequência Didática: Ler para aprender.

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As cantigas fazem parte da nossa infância e é nosso dever como educadores preservá-las, incentivando nossas crianças a cantá-las, brincarem com elas. 

Elas não devem servir apenas para alfabetizar, as cantigas devem fazer parte do cotidiano da sala de aula. 

E por isso, por ser um texto memorizado, é que elas podem servir como textos auxiliares para alfabetização. 

O lúdico deve estar presente nesta fase da criança, a alfabetização deve ser vista, como algo prazeroso por ela, e não com exercícios cansativos e repetitivos de cópias e sem significado para a criança.

No decorrer do processos de alfabetização os erros vão sendo corrigidos, mas no início o mais importante é a criança ter o prazer em aprender a ler e a escrever.
CANTIGAS PARA TRABALHAR COM A SEQUÊNCIA DIDÁTICA 

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Música: Meu Pintinho Amarelinho

Meu pintinho amarelinho
Cabe aqui na minha mão
Na minha mão.

Quando quer comer bichinho
Com seus pezinho ele cisca o chão.

Ele bate as asas
Ele faz piu, piu
Mas tem muito medo é do gavião. 


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Música: A Janelinha

A janelinha fecha
Quando está chovendo
A janelinha abre
Se o sol está aparecendo.

Fechou, abriu
Fechou, abriu, fechou

Abriu, fechou
Abriu, fechou, abriu.


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Música: O Jipe

O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre
Fez um furo no pneu
O jipe do padre 
Fez um furo no pneu
Consertamos com chiclete.
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Música: Sapo Cururu

Sapo Cururu
Na beira do rio
Quando o sapo grita
, ó maninha!
É que esta com frio.
A mulher do sapo
É que está lá dentro
Fazendo 
rendinha, ó maninha!
Pro seu casamento.


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Música: Barata


Eu vi uma barata
Na careca do vovô
Assim que ela me viu
Bateu asas e voou
Seu Joaquim, quirim quim
Da perna torta ta ta ta
Dançando conga, ga ga
Com a Maricota, ta ta. 



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Música: Borboletinha 

Borboletinha
Tá na cozinha
Fazendo chocolate
Para a madrinha
Poti, poti
Perna de pau
Olho de vidro
E nariz de pica-pau
Pau-pau.



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Música: Cachorrinho está latindo. 

Cachorrinho está latindo
Lá no fundo do quintal
Cala a boca cachorrinho
Deixa o meu benzinho em paz
Crio lê lê
Criô lê lê lá lá
Criô lê lê
Não sou eu quem caio lá.



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Música: Motorista

Motorista, motorista
Olha a pista
Olha a pista
Não é de salsicha
Não é de salsicha
Não é não 
Não é não
Motorista, motorista 
Olha o poste
Olha o poste 
Não é de borracha

Não é de borracha
Não é não
Não é não. 


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Música: Casinha

Fui morar numa casinha-nha
Infestada-da de cupim-pim-pimSaiu de lá- lá- lá
Uma lagartixa-xa 
Olhou pra mim

Olhou pra mim
Olhou pra mim
E fez assim:
Smack... Smack....


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Retirado do Blogger Brincando com Cores

Alfabetização



EDIÇÃO ESPECIAL DA REVISTA NOVA ESCOLA ESTÁ TRAZENDO  LEITURA, ARTIGOS E AS REPORTAGENS  ESTÃO IMPERDÍVEIS PARA OS PROFESSORES ALFABETIZADORES.   TRAZENDO TAMBÉM  EXPERIÊNCIAS DE PROFESSORES QUE ESTÃO EM SALA DE AULA .

SEÇÕES
  • ENTREVISTA: Ana Maria Kaufman
  • APRESENTAÇÃO: Alfabetizar é todo dia. O professor deve planejar com antecedência as atividades de escrita e de leitura do ano letivo.

    TEORIA E PRÁTICA

DIAGNÓSTICO: PARA CONHECER A NOVA TURMA: Mesmo antes de saber ler e escrever convencionalmente, a criança elabora hipóteses.
PLANEJAMENTO: ORGANIZAR A ROTINA; O professor deve criar atividades que proporcionem contato com práticas de leitura e de escrita.
INTERAÇÃO: PARCEIROS EM AÇÃO; agrupar as crianças é uma estratégia importante para a troca de conhecimento que leva à reflexão.
SALA DE AULA
LEITURA PELO PROFESSOR: PEQUENOS LEITORES: Ouvir permite às crianças ampliar o repertório cultural e desenvolver o comportamento leitor.
LEITURA PELO ALUNO: DESDE O COMEÇO: É preciso oferecer textos à sala já nas primeiras atividades de alfabetização para favorecer a reflexão.
DITADO PARA O PROFESSOR: PRODUZIR TEXTO SEM ESCREVER: O docente trabalha com os estudantes as diferenças entre linguagem oral e a escrita.
ESCRITA PELO ALUNO: NA PONTA DO LÁPIS: Desde o inicio  escrever leva a turma a refletir, formular, testar e avançar nas próprias hipóteses.

Fichas coloridas ilustradas com o alfabeto


Estas fichas coloridas são ótimas para montar jogos com a turma! 
Por exemplo, embaralham-se as fichas e cada criança retira uma. 
Ela pode falar palavras com aquela letra, pode ilustrar aquela letrinha, criar um texto que comece com aquele desenho da ficha etc.
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Retirado do Blogger Espaço Educar

Perguntas sobre alfabetização


O que significa estar alfabetizado?

Estar alfabetizado significa ser capaz de interagir por meio de textos escritos em diferentes situações; significa ler e produzir textos para atender a diferentes propósitos. A criança alfabetizada compreende o sistema alfabético de escrita, sendo capaz de ler e escrever, com autonomia, textos de circulação social que tratem de temáticas familiares ao aprendiz.
 O que é o ciclo de alfabetização?
O Ciclo da Alfabetização nos anos iniciais do Ensino Fundamental é um tempo sequencial de três anos (seiscentos dias letivos), sem interrupções, dedicados à inserção da criança na cultura escolar, à aprendizagem da leitura e da escrita, à ampliação das capacidades de produção e compreensão de textos orais em situações familiares e não familiares e à ampliação do universo de referências culturais dos alunos nas diferentes áreas do conhecimento.
Ao final do ciclo de alfabetização, a criança tem o direito de saber ler e escrever, com domínio do sistema alfabético de escrita, textos para atender a diferentes propósitos. Considerando a complexidade de tais aprendizagens, concebe-se que o tempo de 600 (seiscentos) dias letivos é um período necessário para que seja assegurado a cada criança o direito às aprendizagens básicas da apropriação da leitura e da escrita; necessário, também, à consolidação de saberes essenciais dessa apropriação, ao desenvolvimento das diversas expressões e ao aprendizado de outros saberes fundamentais das áreas e componentes curriculares, obrigatórios, estabelecidos nas Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de Nove Anos.
 Alfabetizar é só ensinar a ler e escrever? E a Matemática? E os demais conteúdos?
Não. O ciclo de alfabetização deve garantir a inserção da criança na cultura escolar, bem como a aprendizagem da leitura e da escrita e a ampliação de seu universo de referências culturais, nas diferentes áreas do conhecimento.
A aprendizagem da leitura e da escrita deve ocorrer em situações em que as crianças se apropriem de conhecimentos que compõem a base nacional comum para o Ensino Fundamental de Nove Anos (Linguagens, Matemática, Ciências da Natureza, Ciências Humanas e Ensino Religioso).
Existe uma idade apropriada para a alfabetização das crianças?
Sim, a criança deverá estar alfabetizada ao final do ciclo de alfabetização do ensino fundamental que, nos termos da Lei 11.274/2006 (que ampliou ensino fundamental obrigatório para 9 anos, com inicio aos 6 anos de idade), se dá a partir dos oito anos de idade.
As crianças têm direito de se apropriarem do sistema alfabético de escrita e, de forma autônoma, de participarem de situações de leitura e escrita. Aquelas que não sabem ler e escrever textos com autonomia tem dificuldades para dar continuidade ao processo de escolarização e de participar de várias situações extraescolares.
O que orientam as Diretrizes Curriculares Nacionais do Ensino Fundamental sobre o ciclo de alfabetização?
A Resolução nº 7, de 14 de dezembro de 2010, que fixa as Diretrizes Curriculares Nacionais para o Ensino Fundamental de 9 (nove) anos, estabelece, no Artigo 30, que os três anos iniciais do Ensino Fundamental devem assegurar a alfabetização e o letramento, mas também o desenvolvimento das diversas formas de expressão, incluindo o aprendizado da Língua Portuguesa, a Literatura, a Música e demais Artes, a Educação Física, assim como o aprendizado da Matemática, da Ciência, da História e da Geografia.
Estabelece ainda que haja a continuidade da aprendizagem, tendo em conta a complexidade do processo de alfabetização e os prejuízos que a repetência pode causar no Ensino Fundamental como um todo e, particularmente, na passagem do primeiro para o segundo ano de escolaridade e deste para o terceiro.
Há um método específico de alfabetização ou são vários métodos e estratégias?
Existem vários métodos e estratégias de alfabetização. Todavia, é importante destacar que as novas demandas colocadas pelas práticas sociais de leitura e de escrita têm criado novas formas de pensar e conceber o fenômeno da alfabetização. Portanto, os métodos e estratégias que levam as crianças a somente apropriar-se do sistema de escrita, encarando-a como um código a ser memorizado, são insuficientes para suprir tais demandas.
Em uma concepção de alfabetização focada na inserção das crianças nas práticas sociais, podem ser desenvolvidas metodologias que, de modo concomitante, favoreçam a apropriação do sistema alfabético de escrita, por meio de atividades lúdicas e reflexivas, e a participação em situações de leitura e produção de textos, ampliando as referências culturais das crianças.
Retirado do Portal CEEL

Historinha - Gato de Papel

Para trabalhar com as crianças em fase 
inicial de alfabetização
Trabalhe com a leitura da historinha  As crianças faz observação 
das imagens e começa a contar a história
Trabalhe a palavra GATO em quebra-cabeça, caça-palavras 
e fazendo o troca-troca, substituindo a primeira letra por 
outras consoantes. 
Assim monte o livrinho:

Quebra-cabeça.


- Leitura de trava-línguas:
Pesquisa de opinião:
Retirado do Blogger alfabetizando Iara Medeiros