"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela) "

terça-feira, 30 de julho de 2013

                       A CRIAÇÃO


CRIAÇÃO - Teatro Crisção Uma adaptação bem resumida da peça Diante do Trono para o teatro de fantoches.

1. Objetivo: mostrar Deus como o criador de todas as coisas.
2. Tema: A criação
3. Recursos Visuais: fantoches principais (Lalá e Joãozinho)
4. Cenário: caracterizado por uma paisagem contendo árvores, flores, o sol e um riacho.
 

INTRODUÇÃO: Lalá entra em cena cantando.
Lalá: Que lindas flores! Que perfume bom! Olha o céu! Que lindo azul!...
Joãozinho: (entra em cena, olhando para Lalá desconfiado.) Oi Lalá!
Lalá: Oi Joãozinho!
Joãozinho: Vejo que você está com muita alegria. Por que tanta alegria?
Lalá: Você não sabe? Olha que céu lindo! Olha lá o sol! Que calor gostoso ele nos dá. Tudo isso é tão belo que fico feliz!
Joãozinho: É mesmo! Tudo é tão bonito e maravilhoso! (pensativo) Engraçado! Quem será que fez tudo isto?
Lalá: É mesmo, hein?! Quem será? Deve ser alguém muito bonito, pois tudo aqui é perfumado, cheio de cores, não é?
Joãozinho: É verdade! Deve ser também um grande pintor. Olha como tudo é colorido! A árvore tão verdinha! O céu azul, azul!... E o arco-íris? Todo multicor. As nuvens branquinhas, muito branquinhas... Veja! O rio é clarinho...
Lalá: Sabe, Joãozinho, quem criou todas estas coisas, deve ter muito amor. Pois só quem tem muito amor pode fazer coisas assim tão lindas.
Joãozinho: É Lalá! O criador de tudo isto é alguém muito especial. Mas quem será ele?
Joãozinho: Olha, Lalá! Um passarinho!
Lalá: Vamos perguntar para ele quem criou tudo isto?
Joãozinho: Ah! Menina! Passarinho não fala!
Lalá: Olha lá atrás! Um coelhinho! Que coelhinho lindo gente!
Joãozinho: Lalá! Quem criou este coelhinho deve ter sido o mesmo inventor do céu, das flores, das árvores e tudo isto que está ao nosso redor.
Lalá: Eh!... Já temos uma pista!
Joãozinho: (pensativo) Quem será?
Lalá: Joãozinho! Vamos procurar mais pistas por aqui?
Joãozinho: Vamos! Procure por aqui eu procuro por lá! (movimentando-se) Veja, Lalá! Quantas carinhas diferentes por aqui! (olham para as crianças)
Lalá: Joãozinho! São crianças! Estão nos olhando enquanto apreciamos toda esta paisagem.
Joãozinho: Quem sabe elas são capazes de nos dar uma pista?
Lalá: Então, vamos perguntar! Oi, criançada! Vocês sabem quem criou as flores, o céu, o coelhinho, o passarinho e o riachinho? Vocês sabem?
(as crianças provavelmente responderão: “Foi Deus... foi Jesus...)
Joãozinho: Deus? Jesus?
Lalá: Ah! Jesus... Eu já ouvi falar dele. Lá em casa se a comida queima no fogão, minha mãe fala assim: “Ai, Jesus!”
(entra um outro fantoche)
Ana: Ei, pessoal! O que vocês estão falando?
Joãozinho: Nós estamos querendo saber quem é Jesus.
Ana: Vocês querem mesmo saber quem é Jesus?
Lalá e Joãozinho: Queremos!
Ana: Então, vem comigo!!
(cantar a musica “Quem é Jesus? Cd Diante do trono)
Ana: Jesus Cristo é uma pessoa e você pode crer, Ele mesmo quer se mostrar pra você.
Lalá: Tem um problema. Você garante que Jesus é uma pessoa... Eu nunca vi Jesus... Como é que eu posso acreditar nele?
Ana: Escuta Lalá. Você já viu as árvores?
Lalá: Claro!
Ana: Então você já deve ter visto quando o vento balança as árvores, não é?
Joãozinho: É. O vento balança as árvores... eu já vi!!
Lalá: É, eu também já vi!
Ana: E vocês veem o vento?
Joãozinho: É... não vejo, não.
Ana: Mas você sente quando o vento balança os seus cabelos, não é?
Lalá: Sinto sim! O vento atrapalha o meu cabelo!
Ana: Pois é! (conversando com as crianças) Vamos fazer um teste ? Todo mundo prendendo a respiração!
(todos deverão prender a respiração até não aguentar mais)
Joãozinho: Já sei! O ar que eu respiro, eu também não vejo, e nem por isso ele não existe!
Lalá: É mesmo. Nós também não podemos ver Jesus, mas sabemos que Ele existe porque sentimos o amor Dele por todos nós!
(entra o Pedroca)
Lalá: Oi Pedroca! O que é isso?
Pedroca: Estava ouvindo a conversa de vocês e resolvi trazer um presente para vocês.
Lalá: O que é isto?
Pedroca: Ué! É a Bíblia! Mamãe diz que a Bíblia é a palavra de Deus escrita!
Joãozinho: Então, Lalá, a Bíblia deve ensinar quem é Deus.
Pedroca: Vejam, aqui está escrito que Deus é amor!
(cantar outra música)
Lalá: É preciso ter muito amor para criar todas estas coisas.
Joãozinho: E nós precisamos amar tudo o que Deus criou. As plantinhas, os animais, os coleguinhas...
Lalá: Criançada, que tal se vocês desenhassem ali (mostra o painel) alguma coisa que Deus criou?
Joãozinho: Ótima ideia Lalá!
Todos: Vamos! Vamos desenhar!!!

NÃO HÁ AMOR MAIOR

NÃO HÁ AMOR MAIOR Preconceito e racismo são expostos e combatidos ao mesmo tempo que é falado do evangelho.
Zeca é branquelo, Zico é preto.
Zeca que evitar chegar perto do Zico, Maria intervem...
Deus ama tanto um quanto o outro...

ZICO: Oi, Maria! Olha só a bola novinha que eu ganhei! Vocês,não querem jogar um pouquinho?
ZECA: Xi! Ficou tudo escuro por aqui! Sai pra lá com essa bola, seu carvão. Ninguém quer brincar, não.
MARIA: Zeca, não precisa falar assim com ele. Você é tão mau! O Ziquinho é meu amigo.
ZECA: Eu falo mesmo, eu não gosto de menino preto!
MARIA: Não liga não, Ziquinho!
ZICO: Eu não ligo não, eu sou pretinho mesmo. Ainda mais preto é o coração dele.
MARIA: Quero saber o que o Ziquinho fez com você.
ZECA: Não fez nada, mas eu não gosto dele. Vamos brincar, Maria?
MARIA: Zeca, eu não vou brincar com você! Vou brincar com o Ziquinho, tchau!
(ZICO E MARIA SAEM DE CENA, E ZECA FALA SOZINHO)
ZECA: Maria, volta aqui! O meu carrinho é mais bonito, vamos brincar!
(ZECA SAI DE CENA, ENTRAM ZICO E MARIA)
ZICO: Pôxa, Maria, você é muito bacana. Você sabe ser amiga de verdade.
MARIA: O Zeca precisa aprender a amar as pessoas como elas são. Você não ficou zangado não né?
ZICO: Não. Eu sei que Deus me ama assim como eu sou. Se ele quisesse, poderia me fazer diferente, mas ele achou que eu iria ficar lindinho assim, queimadinho
MARIA: É mesmo! Sabe, o importante não é a cor, mas o coração. As pessoas precisam ter um coração bom.
ZICO: Vamos brincar?
MARIA: Vamos! Que bola bonita heim! (saem de cena, entra o Zeca)
ZECA: Maria, Mariaaaaaaaa!
MARIA: oi, Zeca! É você que está me chamando?
ZECA: Puxa Maria! Você não quis brincar comigo?
MARIA: Olha aqui, Zeca, eu não gostei nada do que você falou do meu amigo Ziquinho. Quero lhe dizer que você precisa amar as pessoas do jeito que elas são.
ZECA: Eu amo! Só que eu não gosto de pretinho.
MARIA: Amar é amar a todos! E você já pensou se fosse você que estivesse no lugar dele e não gostassem de você? Como se sentiria?
ZECA: Não quero pensar nisso agora.
MARIA: Você precisa pensar, sim. Se você não quiser ser amigo dele, eu não serei sua amiga. Zeca, foi Deus quem fez todas as coisas. Ele fez você brancão porque achou que você fica mais bonito assim. Fez o Ziquinho pretinho, porque achou mais bonitinho. Deus não faz distinção entre as pessoas. Ele ama a todos de uma maneira especial. Não existe maior amor. Zeca,sabe de uma coisa...
ZECA: o que Maria?
MARIA: No céu só tem uma porta para entrar.
ZECA: Uma porta?
MARIA: E, uma porta. E já pensou quando você for entrar naquela porta e não quiser ver o Ziquinho? Você não vai entrar, porque ele estará lá dentro! Então, vai ficar do lado de fora?!
ZECA: É, eu não tinha pensado nisso.
MARIA: Não há maior amor que o de Deus por nós. Mas, Zeca, você precisa pedir perdão ao Ziquinho e a Deus. O Senhor o ensinará a amar o próximo, porque aquele que não ama não conhece a Deus. Deus é amor: E o seu coração precisa ficar  branquinho, sem pecado.
ZECA: Que grande amor Deus tem por nós Maria!
MARIA: E não há maior amor que o dEle, a ponto de dar o seu único filho, Jesus, para morrer por nós na cruz e nos salvar. Ele não morreu só por mim, mas por todos.
ZECA: Aí vem o Ziquinho.
MARIA: Olha lá, Zeca! Só quero ver!
ZECA: Tá bom, Maria! Eu agora entendi e acho que você tem razão. Eu preciso amar o Ziquinho, senão o meu coração estará cheio de pecados e não poderei ir para ,o céu.
ZICO: Oi Maria! Tudo bem por ai?
MARIA: Tudo, Ziquinho! O Zeca quer falar com você.
ZICO: Esse branquelo quer falar o quê comigo? Ele quer me ofender?
MARIA: Calma, Ziquinho, ele quer lhe pedir desculpas.
ZICO: Pedir o que? Desculpas?
ZECA: É, desculpas! Eu preciso aprender a amar as pessoas, mas nao me chama de branquelo que eu não gosto.
MARIA: Viu, Zeca, assim como não é bom que as pessoas caçoem de nós, não devemos caçoar de ninguém. Ser negro não édefeito!
ZICO: Zeca, eu já te perdoei. Desculpe-me também por te chamar de branquelo.
ZECA: Ah! Ah! Ah! Zico, eu tão feio que sou e tenho uma pessoa que me ama assim como sou, mesmo chamando as pessoas de feias, sem olhar os meus defeitos...
ZICO: Ainda bem que temos alguém que nos ama muito, não é?
MARIA: Não há maior amor.
Música:
 

DEUS TE AMA E EU TE AMO
D             G              D             A
Deus te ama e eu te amo, e assim devemos viver.
D             G            D     A        D
Deus te ama e eu te amo, vivamos sempre assim.

EU TENHO UM AMIGO QUE ME AMA
   E                     B7      E
Eu tenho um amigo que me ama, me ama, me ama,
                                  B7       E
Eu tenho um amigo que me ama, seu nome é Jesus.
     A      E        B7       E
/: Jesus! Jesus, Seu nome é Jesus: /
Os canticos cifrados são daqui

FAMÍLIA UM PRESENTE DE DEUS

FAMÍLIA UM PRESENTE DE DEUSDaniel tirou notas ruins na escola. Seus pais o deixam de castigo para dedicar-se mais aos estudos.
O menino foge de casa, e na rua encontra outro menino que também havia fugido de casa.
Daniel percebe a vida miserável que a rua tinha para oferecer.
Agradecendo a Deus pela família ele volta pra casa.

Personagens: Daniel, Joãozinho, mãe e pai
CENA 1
Sala de Jantar (estão pai e mãe a mesa, esperando pelo Daniel)
MÃE:  Daniel! Teu prato já está servido, vem logo que está esfriando.
(Daniel entra correndo. Todos oram antes de começar a comer)
MÃE:  Daniel, hoje a tua professora me falou que não tens feito as tarefas, e que as tuas notas estão muito mais baixas.
DANIEL: Ah mãe, é exagero da professora.
PAI:  Daniel, não fala assim! Nós estamos preocupados. Te deixamos brincar, compramos boas roupas e brinquedos e não melhoras nada.
MÃE:  É verdade Daniel, acho que teremos que tomar algumas medidas para melhorar as tuas atitudes.
PAI:  Certo! De hoje em diante não vai sair para jogar futebol, vai limpar o teu quarto todos os dias e também vai estudar todos os dias. Mesmo não sendo data de provas..
DANIEL:  Ei, espera, espera! Isto não é justo. Já disse para vocês que a professora é muito exagerada. Não posso deixar de jogar, pai. Meu time precisa de mim.
MÃE: Bem Daniel, se queres prêmios tens que merecer. Faça o que o teu pai falou, quando tiver boas notas vais ter as recompensas.
DANIEL: Não é justo! Odeio vocês! (sai brabo e se tranca no seu quarto)
MÃE:  Vou falar com ele
PAI:  Não, deixa ele pensar um pouco no que falamos. Daqui a pouco podemos falar com ele.
(Terminam de jantar, a mãe começa a recolher os pratos)
PAI:  Irei falar com ele
(O pai sai de cena, a mãe segue arrumando a mesa)
CENA 2
(O pai entra correndo, assustado)
PAI:  (alterado) Meu Deus! Meu amor, o Daniel não esta em toda a casa, debe ter fugido pela janela do seu quarto, que está aberta.
MÃE: Ah não! Senhor meu deus cuide dele para que nada de mal o aconteça.
PAI:  Vou procurá-lo, se eu não voltar logo, avise a polícia para que também o procurem.
MÃE: Tá bom. Mas vai logo!
(O pai sai de cena, a mãe ansiosa fica procurando pelo filho)
CENA 3
Num beco( Daniel está caminhando pelo beco quando vê um menino pegando alguma coisa de dentro da lixeira e comendo)
DANIEL:  Oi, como é teu nome?
JOÃOZINHO:  Joãozinho, e o teu?
DANIEL:  Daniel. Ei, eu vi tu pegando isso aí daquela lata ali. Não está sujo?
JOÃOZINHO:  Sim, mas sempre como assim mesmo.
DANIEL:  Mas, não fica doente? É que minha mãe sempre disse que não devemos comer coisas sujas.
JOÃOZINHO:  Não. Fico é contente por ter encontrado algo para comer, as vezes fico dias sem nada para comer.
DANIEL:  Mas porque não come na tua casa?
JOÃOZINHO:  Olha, saí de casa faz muito tempo. Eu apanhava muito da minha mãe.  A minha mãe apanhava junto comigo do meu pai. Meu pai estava sempre borracho e batia na gente. Eu nem ia na escola. Até queria saber ler e escrever, mas meus pais nunca se importaram com isso, nem me davam brinquedos, nem roupas, nem nada... por isso eu saí de casa
(Daniel fica calado, pensa um pouco e chora. Cai de joelhos e agradece a Deus pelo que tem. Depois que termina de orar.
DANIEL:  Sabe joãozinho, é meu convidado para comer na minha casa e depois a gente brinca no meu quarto.
JOÃOZINHO:  (Feliz) Bom...
(Saem de cena)
CENA 4
Sala da casa do Daniel( Estão os pais de Daniel preocupados)
MÃE: Já e tarde e ele não chega. A polícia não dá notícia. Meu Deus cuida dele onde estiver, por favor.
PAI: Não te preocupes. Deus está cuidando e não vai deixar nada de mau acontecer.
(Daniel entra com Joãozinho, seus pais correm para abraçá-lo)
PAI e MÃE:  Daniel!!!
DANIEL: Antes que falem algo, quero pedir perdão. (Suspira) Quero que saibam que agradeço a Deus por tudo que vocês fazem por mim. E quero agradecer a Deus por ter me dado os melhores pais do mundo.
Este é meu amigo Joãozinho, e foi graças a ele que pude perceber que tenho uns pais tão bons, que se preocupam comigo. Eu os quero muito. E prometo que sairei bem na escola e vou obedecer vocês.
(os pais o olham com um sorriso e o abraçam)
MÃE:  Daniel, nós sabíamos que Deus falaria ao teu coração, e ele falou. Agradeça a Ele, meu filho.
DANIEL:  Sim, foi a primeira coisa que fiz.  Ah, convidei o Joãozinho para jantar e brincar com ele, e acima de tudo, praticar o amor de Deus
PAI:  Que bom Daniel, bem vindo Joãozinho, esta é tua casa.
JOÃOZINHO:  Obrigado senhor
(Os pais saem de cena)
DANIEL:  Olha Joãozinho, vou te falar de alguém que te ama muito e deu a sua vida por ti.... (Daniel compartilha do amor de Deus e apresenta o plano de salvação)
FIM
Texto originalmente publicado em espanhol, encontrado na WEB   “LA FAMILIA UN REGALO DE DIOS”
 

MENTIRA TEM PERNA CURTA

MENTIRA TEM PERNA CURTA - Teatro Cristão Cláudia ganhou uma boneca. Pituca, sua amiga, ficou com inveja e roubou a boneca.
No dia seguinte Beto, amigo das duas vê Pituca com a boneca da Cláudia.
Pituca envergonhada e arrependida devolve.

(Cláudia entra cantando)
CLÁUDIA:  Eu ganhei uma boneca. Que boneca linda! O nome dela é Belinha Ela é muito, ela é muito engraçadinha, ah!
BETO:  Oi, como você está alegre, Claudinha! Que boneca linda!
CLÁUDIA:  Eu ganhei hoje de presente de aniversário.
BETO:  Você faz aniversário hoje?
CLÁUDIA:  Não! Foi ontem.
BETO:  Puxa, que legal! Parabéns! Teve festa no seu aniversário?
CLÁUDIA:  Não. Meus pais não puderam fazer festa, mas estou feliz, porque eles me deram esta bonequinha.
BETO:  É bonita!
PITUCA:  Oi, Claudinha!
CLÁUDIA:  Oi, Pituca!
PITUCA:  Que boneca bonita, Claudinha!
CLÁUDIA:  Ganhei de aniversário.
PITUCA:  Parabéns! Eu queria ganhar uma boneca assim. Trouxe uma corda para a gente pular. Vamos brincar!
(Saem de cena para brincar)
NARRADOR:  E assim saíram para brincar de corda. Claudinha deixou sua bonequinha um pouquinho enquanto brincava com seus amigos. Pituca, vendo que Claudinha se distraíra, foi logo ao encontro da boneca, não resistindo em levá-la para casa, escondido de sua amiga. As horas se passaram, quando já cansados resolveram parar e ir embora. Então...
(Claudinha e Betinho entram procurando a boneca)
CLÁUDIA:  Betinho, cadê a Belinha? A minha bonequinha não está mais aqui!
BETO:  Você tem certeza que deixou aqui?
CLÁUDIA:  Claro, não se lembra? Antes da gente brincar.
BETO:  Deve ter caído.
CLÁUDIA:  Não, ela sumiu. Buá! Buá! Buá!
(Fala chorando)
PITUCA:  O que houve Claudinha? O que está acontecendo?
CLÁUDIA:  Você não viu a minha boneca?
PITUCA:  Eeeuuuuu, eu não Nem peguei!
CLÁUDIA:  Minha mãe vai ficar zangada comigo.
BETO:  Que pena! Mas quem será que pegou? Quem será esse ladrão?!
PITUCA:  Tchau, hein, crianças! Já está tarde, minha mãe está me chamando.
BETO:  Eu também já vou.
CLÁUDIA:  Minha mãe vai me bater.
NARRADOR:  Pituca, muito sem graça, sai apressada. Pudera, ela havia pego escondido a boneca de sua amiga... No dia seguinte... Acordou bem cedinho, pegou logo a bonequinha para brincar e correu para o quintal, onde seus pais não iriam vê-la com uma boneca que não era sua. Betinho resolveu ir à casa da Pituca levar a corda e convidá-la para brincar. A mãe de Pituca mandou que ele entrasse e fosse até o quintal, pois ela já estava brincando lá.
(Entra Pituca brincando com a boneca e cantando)
PITUCA:  Lá, lá, lã, eu agora também tenho uma bonequinha.
BETO:  Oi, Pituca!
(Pituca fica surpresa...)
PITUCA:  Oooi! Bebetinho, você aqui?
BETO:  Pituca! Então foi... foi você quem roubou a boneca da Claudinha!
PITUCA:  Ai, não fale assim Betinho, você é meu amigo, não é? Não fale nada a Claudinha, ta!
BETO:  O quê? Além de fazer uma coisa errada, você quer que eu fique quieto e não fale nada para ela? Você quer esconder esta coisa feia que você fez?
PITUCA:  A boneca é tão linda! Eu não tenho uma boneca, por isso quis ficar com ela.
BETO:  Esta boneca não lhe pertence, e as coisas não são assim. Você não tem uma agora, mas poderá ter. Roubar é pecado. Já pensou se você for presa?
PITUCA:  Presa? Eu? Deus me livre!
BETO:  Mentira tem perna curta! Os olhos de Deus estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons. Deus viu o que você fez e está muito triste.
PITUCA:  Puxa, eu não quero que Jesus fique triste. Ele não merece. Não tinha culpa nenhum e morreu por mim na cruz, só para me salvar.
BETO:  E agora você está jogando a sua salvação fora, porque Jesus não gosta do pecado. E, se você não se arrepender e pedir perdão a Deus, continuará com esse pecado.
PITUCA:  Eu estou arrependida. Preciso pedir perdão a Deus e a Claudinha. É, mentira tem perna curta! Mas estou com vergonha, Betinho.
BETO:  Vamos lá! Eu te ajudo, eu vou com você. É melhor você confessar o seu erro. Como você viverá com esse pecado?
PITUCA:  Ta bom, vamos!
(Saem de cena)
NARRADOR:  Pituca, muito triste e envergonhada, decide ir logo à casa de Claudinha devolver a boneca, junto com seu amigo Beto.
(Betinho e Pituca entram em cena e se encontram com Cláudia na casa dela)
CLÁUDIA:  OLÁ! Não posso sair, estou de castigo porque perdi a Belinha.
PITUCA:  Buá! Buá! Buá! Eu vim aqui por causa disso.
CLÁUDIA:  O que houve?
PITUCA:  Fui eu que peguei a bonequinha escondida.
CLÁUDIA:  Ora, então foi você?!
PITUCA:  Sim, perdoa-me Eu queria uma boneca. Não tenho nenhuma, por isso fiquei encantada com a sua e a levei para casa. Mas a mentira tem perna curta! Betinho chegou lá e me pegou no flagra. Eu me arrependi. Não quero perder a minha salvação. Pequei contra Deus e quero pedir perdão a você.
CLÁUDIA:  Ai! Que bom que a minha boneca apareceu! Não fique triste, Pituca, eu te perdoo, mas não faça mais isso. Quando você quiser um pouquinho, eu te empresto.
BETO:  Viu, Pituca, agora Jesus está feliz. Que bom! Não se esqueça de que os olhos do Senhor estão em todo lugar a contemplar os maus e os bons.
CLÁUDIA:  Entrem! Vamos!
NARRADOR:  E assim aprendemos que a mentira tem perna curta e que não podemos esconder nada, pois Deus tudo vê. Pituca se arrependeu e Claudinha fez uma surpresa para PITUCA:  pediu a seus pais para comprarem uma boneca para ela no dia do seu aniversário. Ela ficou muito feliz! Como Jesus é bom!
Fonte: Ministério Infantil












UMA GRANDE DESCOBERTA


    UMA GRANDE DESCOBERTA - Teatro Cristão


    Queco e Miloca (Podem ser fantoches ou atores) querem saber quem criou o homem, as flores, as borboletas...

    A vovó vai explicar e usa cânticos para ensinar lições da bíblia

    (Use um cenário adequado)
    QUECO: Oi, Miloca, quanta criança!
    MILOCA: É mesmo! Que lugar é este?
    QUECO: Eu acho que é … Sabe Miloca, eu, às vezes, fico pensando, pensando…
    MILOCA: Pensando o quê, Queco?
    QUECO: Pensando em quem fez a gente.
    MILOCA: É mesmo, Queco, quem será que nos fez? Olha as flores, as árvores, como são lindas! Quem as poderia ter feito tão bonitas?
    QUECO: Veja as borboletas das mais lindas cores.
    MILOCA: Ai! Animais, burrinho…
    (DESTACAR OS BICHOS QUE TIVER NO MOMENTO PARA APRESENTAR)
    QUECO: Eu acho que alguém pintou tudo isso!
    MILOCA: Ó Queco! Deixa de ser bobo! Ninguém poderia pintar a natureza de forma tão real. Olhe ali as pessoas! Mesmo que os cientistas pudessem fazer uma pessoa, não poderia dar a ela o fôlego de vida!
    QUECO: Fôlego de vida? O que é isso?
    MILOCA: É eles não poderiam fazê-la respirar assim, olha: (Inspira, expira!)
    QUECO: É mesmo! Quem colocou o ar dentro da gente?
    MILOCA: Vamos perguntar a vovó? Crianças, vamos chamar a vovó para nos ensinar? Vamos chamar todos juntos a vovó Zita!
    QUECO: Vamos contar: um, dois, três, e dizer vovó zita.
    (TODOS CHAMAM JUNTOS, E A VOVÓ ENTRA)
    ZITA: Crianças, que barulheira é essa? Não precisavam gritar.
    MILOCA; Vovó Zita, nós estamos querendo saber uma coisa muito importante e muito séria.
    ZITA: Que coisa é essa, crianças?
    MILOCA E QUECO: Nós queremos saber quem fez todas as coisas.
    ZITA: Ora, que susto! Que bom que vocês estão se preocupando com isso agora. É sinal que está na hora de vocês conhecerem a verdade.
    QUECO E MILOCA: A verdade?
    QUECO: Conta, vovó! Conta!
    ZITA; Tenho aqui um livro muito importante. Esse livro tem resposta para todas as perguntar da vida e soluções para todos os problemas.
    MILOCA: Até para doença?
    ZITA; Sim, até para doença!
    QUECO: Que livro é esse, vovô?!
    ZITA: Esse livro chama-se Bíblia. Quando vocês começarem a ler, aprenderão o que ele diz. Vou ler um trechinho da Palavra de Deus para vocês, em Gênesis 1.1: “ No princípio, criou Deus os céus e terra”.
    QUECO: Epa! Não é que esse livro é bom mesmo? Vem tudo escrito direitinho. Quando eu crescer, quero aprender todinho.
    MILOCA: Fica quieto, Queco! Fala mais, vovó, fala mais.
    ZITA: Foi Deus quem criou todas as coisas. Vou cantar primeiro uma canção, ouçam!
    (ZITA COMEÇA A CANTAR UMA MÚSICA QUE FALA SOBRE A CRIAÇÃO DE DEUS:)‘
    Quem fez as lindas estrelas? Quem fez as lindas flores?”
    QUECO E MILOCA: Que linda canção!
    QUECO: Esse Deus é muito bom. Eu gosto dEle!
    MILOCA: Como posso encontrar esse Deus, vovó?
    ZITA: Um dia, há muitos e muitos séculos, Deus enviou seu filho, Jesus Cristo, para que através dEle nossos pecados fossem perdoados. Deus deu seu filho para morrer na cruz, a fim de que fôssemos salvos.
    QUECO: Que é pecado, vovó ?
    MILOCA: Você não sabe nada, hein, Queco!
    QUECO: Você também não sabe.
    (CRIAR UMA CENA DE DEBATES)
    MILOCA; Sei, sim!
    QUECO: Não sabe!
    MILOCA: Sei, sim. Pecado é roubar, matar, brigar, xingar,e falar mentira.
    ZITA: Muito bem, Miloca, pecado é tudo aquilo que desagrada a Deus. Brigas também. Jesus está preparando um lugar muito especial para todos aqueles que o acertarem como Salvador e reconhecerem que só Ele pode perdoar pecados. Somente esses vão encontrar com Deus no céu, um dia.
    MILOCA: Vovó, eu preciso que Jesus perdoe os meus pecados.
    QUECO: Eu também quero. Como posso dizer os meus pecados para Jesus?
    ZITA: Jesus conhece o seu pecado. Ele sabe e vê tudo. Ele está aqui.
    QUECO E MILOCA: Está aqui?!
    ZITA: Sim. Ele está aqui. É como o vento. Nós não o vemos, mas sabemos que existe. A gente pode sentir. Portanto, para falar com Deus pode ser até em pensamentos. Jesus pode ler os nossos pensamentos. Converse com Deus. Ele ouve os nossos pedidos. Confesse a Deus os seus pecados.
    QUECO: Então, eu não posso pecar nem no pensamento que Ele está vendo?
    ZITA: Pois é, até em pensamento a gente pode estar pecando.
    QUECO: Vovó, eu tenho muito que pedir perdão a Jesus.
    MILOCA: Eu também estou precisando.
    ZITA: Quem bom que vocês estão reconhecendo que são pecadores. No céu não vai entrar pecado nem pecadores. No céu não vai entrar pecado nem pecador. Nosso coração tem que estar branquinho, e só o sangue de Jesus pode limpa-lo.
    QUECO: Obrigada, vovó, vou agora mesmo para o meu quarto conversar com Deus e pedir-lhe perdão.
    MILOCA: Eu também. Hoje nós fizemos uma grande descoberta.
    ZITA: Aprenderam, crianças? Então peça a Deus que limpe os seus coraçõezinhos. Tem um corinho que fala assim
    Limpa o meu coração, Jesus (5x)
    Limpa, limpa, limpa (bis)
    Limpa o meu coração
    Cântico usado;
    QUEM FEZ AS LINDAS FLORES
    Quem fez as lindas flores, eu quero bem saber, quem fez as lindas flores, foi Deus com seu poder.
    Quem fez o sol tão lindo, eu quero bem saber, quem fez o sol tão lindo, foi Deus com seu poder.
    Quem fez os passarinhos, eu quero bem saber, quem fez os passarinhos, foi Deus com seu poder.
    Quem fez as borboletas, eu quero bem saber, quem fez as borboletas, foi Deus com seu poder
    ou
    QUEM FEZ AS LINDAS FLORES
    Quem fez as lindas flores?
    Bem sei que não fui eu.
    Quem fez as lindas flores
    Foi nosso Pai do Céu.
    Quem deu perfume ao cravo?
    Não foi você nem eu,
    Quem deu perfume ao cravo
    Foi nosso Pai do Céu.








    VOVÓ VAN DAME

    Esquete, comédia; O Ladrão que vai assaltar a Vovó. O que ele não esperava, é que a velha era bastante esperta, e não está afim de entregar no mole. E mais, ela ainda fala de Cristo pra ele...

    (Uma vovó andando na rua aparece um ladrão)
    LADRÃO – Muito bem vovó, passa a bolsa!
    VOVÓ – Como assim passa a bolsa? Essa bolsa é minha, eu paguei R$ 1,00 na feirinha viu?
    LADRÃO – Vovó, a senhora não está entendendo, isso é um assalto! Passa a bolsa!
    VOVÓ – (Pegando na orelha dele) Não garotinho, é o senhor quem não está entendendo, a bolsa é minha, e você não vai pegá-la! Ai... não aparece nenhum gato pra defender essa donzela...
    LADRÃO – É o seguinte sua velha coroca, isso aqui é uma arma, e está apontada pra você, e eu não estou brincando, eu quero a sua bolsa agora!
    VOVÓ – Ta bom, ta bom. Por causa dessa arma eu vou passar a bolsa. Mas, queria ver você sem essa arma... será que teria coragem para enfrentar a vovó Van-Dame? (Faz gestos de lutas, tipo posição de Karatê Kid)
    LADRÃO – Me dá logo essa porcaria! (Abre a bolsa) Mas como tu é pobre hem? Não tem nenhuma graninha aqui?
    VOVÓ – Acha que sou boba? Eu andar com dinheiro com tanto ladrão a solta por aí? Eu sou é uma vovó muito da esperta. Mas tem algo valioso aí dentro.
    LADRÃO – Tem nada, só um livro e badulaques... nada mais.
    VOVÓ – Devia se envergonhar. Tens uma preciosidade nas mãos e não a reconhece. Este livro. É precioso. Contém tesouros , riquezas, tudo o que você precisa.
    LADRÃO – Isso é uma Bíblia vovó!
    VOVÓ – É a Palavra de Deus. Que aliás, você deve estar muito longe dEle NE? Seu ladrãozinho malvado! Fica assaltando velhinhas indefesas! (Bate nele) Malvado! Malvado! E... malvado!
    LADRÃO – Olha vovó, desculpa... eu jamais ia machucar a senhora, eu só queria uma graninha.
    VOVÓ – E quem não precisa de grama? O seu problema não é grana, você precisa é de Cristo! Sai dessa vida, só Jesus pode te dar a paz que dinheiro nenhum pode comprar. Me dá essa arma aqui! (Toma dele) Eu estou indo pra igreja e você vai comigo. Jesus vai transformar a sua vida!!! Vamos!
    (Saem de braços dados, ou ele com jeito de menino que levou bronca, sai com a vovó puxando suas orelhas)
     
    Se montar esta peça, faça contato com o autor, diga-lhe como foram o trabalho e os resultados. Jaime Junior


    Dinâmicas

    Dinâmica: Medo de Desafios

    Material: caixa, chocolate e aparelho de som (rádio ou CD).
    Procedimento:
        Encha a caixa com jornal para que não se perceba o que tem dentro. Coloque no fundo o chocolate e um bilhete: COMA O CHOCOLATE! Pede-se a turma que faça um círculo. O coordenador segura a caixa e explica o seguinte pra turma: _Estão vendo esta caixa? Dentro dela existe uma ordem a ser cumprida, vamos brincar de batata quente com ela, e aquele que ficar com a caixa terá que cumprir a tarefa sem reclamar. Independente do que seja... ninguém vai poder ajudar, o desafio deve ser cumprido apenas por quem ficar com a caixa (é importante assustar a turma para que eles sintam medo da caixa, dizendo que pode ser uma tarefa extremamente difícil ou vergonhosa).
       Começa a brincadeira, com a música ligada, devem ir passando a caixa de um para o outro. Quando a música for interrompida (o coordenador deve estar de costas para o grupo para não ver com quem está a caixa) aquele que ficou com a caixa terá que cumprir a tarefa...é importante que o coordenador faça comentários do tipo: Você está preparado? Se não tiver coragem... Depois de muito suspense quando finalmente o jovem abre a caixa encontra a gostosa surpresa. (O jovem não pode repartir o presente com ninguém).
    Objetivos:
       O objetivo desta brincadeira é mostrar como somos covardes diante de situações que possam representar perigo ou vergonha. Devemos aprender que em Deus podemos superar todos os desafios que são colocados a nossa frente, por mais que pareça tudo tão desesperador, o final pode ser uma feliz notícia.


    Dinâmica: do 1, 2, 3
     


    Objetivo: Quebra-gelo
    Procedimento:
        1º momento: Formam-se duplas e então solicite para que os dois comecem a contar de um a três, ora um começa, ora o outro. Fica Fácil.
        2º momento: Solicite que ao invés de falar o número 1, batam palma, os outros números devem ser pronunciados normalmente.
        3º momento: Solicite que ao invés de falar o número 2, que batam com as duas mãos na barriga, o número 3 deve ser pronunciado normalmente. Começa a complicar.
        4º momento: Solicite que ao invés de falar o número 3, que deem uma "reboladinha".
    A situação fica bem divertida


    Dinâmica do Amor

    Objetivo: Moral: Devemos desejar aos outros o que queremos para nós mesmos.
    Procedimento:
        Para início de ano Ler o texto ou contar a história do "Coração partido" - Certo homem estava para ganhar o concurso do coração mais bonito. Seu coração era lindo, sem nenhuma ruga, sem nenhum estrago. Até que apareceu um velho e disse que seu coração era o mais bonito pois nele havia. Houve vários comentários do tipo: "Como seu coração é o mais bonito, com tantas marcas?" O bom velhinho, então explicou que por isso mesmo seu coração era lindo. Aquelas marcas representavam sua vivência, as pessoas que ele amou e que o amaram. Finalmente todos concordaram, o coração do moço, apesar de lisinho, não tinha a experiência do velho." Após contar o texto distribuir um recorte de coração (chamex dobrado ao meio e cortado em forma de coração), revistas, cola e tesoura. Os participantes deverão procurar figuras que poderiam estar dentro do coração de cada um. Fazer a colagem e apresentar ao grupo. Depois cada um vai receber um coração menor e será instruído que dentro dele deverá escrever o que quer para o seu coração. Ou o que quer que seu coração esteja cheio.. O meu coração está cheio de... No final o instrutor deverá conduzir o grupo a trocar os corações, entregar o seu coração a outro. Fazer a troca de cartões com uma música apropriada, tipo: Coração de Estudante.

     

    Dinâmica: “Convivendo com Máscaras”

     


    Objetivo: Proporcionar o exercício da auto e heteropercepção.
    Material: Cartolina colorida, tintas, colas, tesouras, papéis diversos e coloridos, palitos de churrasco, CD com a música quem é você (Chico Buarque)
    Procedimento:
    1. Com a música de fundo cada participante é convidado a construir uma máscara com os materiais disponíveis na sala, que fale dele no momento atual.
    2. A partir da sua máscara confeccionada, afixá-la no palito de churrasco para que cada um se apresente falando de si através da mascara.
    3. Organizar em subgrupos para que cada participante escolha: A máscara com que mais se identifica; A máscara com que não se identifica; A máscara que gostaria de usar.
    4. Após concluir a atividade em subgrupo, todos deverão colocar suas máscaras e fazer um mini teatro improvisado.
    5. Formar um círculo para que cada participante escolha um dos integrantes do grupo para lhe dizer o que vê atrás de sua máscara...
    6. Abrir para discussões no grupo

     

    Dados da Aula

    O que o aluno poderá aprender com esta aula
    • Discutir a variação linguística empregada pelo personagem Chico Bento.
    • Respeitar as variedades linguísticas diferentes das normas urbanas de prestígio.
    • Correlacionar variedade linguística e identidade cultural.
    Duração das atividades
    1 aula - 50 minutos
    Conhecimentos prévios trabalhados pelo professor com o aluno
    • Linguagem e língua.
    • Formalidade e Informalidade.
    • Texto argumentativo e/ou encenação dramática e/ou história em quadrinhos e/ou relatos orais.
    Estratégias e recursos da aula
    Estratégias:
    • discussões orais;
    • questionário;
    • produção textual.
    Recursos:
    • multimídia;
    • xerox.
    Aula
    Atividade 1
    No laboratório de Informática, iniciar a aula colando no quadro a imagem de Chico Bento. Conversar com os alunos:
    Vocês conhecem essa personagem?
    Nome? O que ele faz? etc
    Na sequência, exibir um vídeo sobre o passeio do Chico no shopping:
    depois da exibição do vídeo, o professor deverá deixar os alunos falarem sobre o que sabem desse personagem. Com a discussão é muito provável que os discentes abordarão como característica do Chico seu falar caipira. É nesse momento que o professor mobilizará a turma para dizer que o tema da aula será "Variação linguística empregada por Chico Bento". Caso os alunos não citem a fala que marca o personagem, o professor pode conduzi-los a isso questionando:
    •  "A fala de Chico é realizada da mesma maneira que a fala da Mônica?"
    Atividade 2
    O professor entregará para cada aluno as seguintes tirinhas xerocopiadas:
    a)
    b)
    c)
    As tirinhas acompanharão o seguinte questionário:
    1. Como você caracterizaria o personagem Chico Bento do ponto de vista econômico?
    2. E como o caracterizaria do ponto de vista regional/geográfico?
    3. E do ponto de vista social?
    4. Por que você pôde responder às questões anteriores? Em que se embasou para isso?
    5. Existe, então, alguma correlação entre identidade cultural e variação linguística?
    6. Agora, pense estritamente na linguagem utilizada pelo personagem. Você poderia somente por meio dela responder as questões 1, 2 e 3? Explique.
    7. E essa maneira de conversar é típica da zona urbana ou rural? Como chegou a essa conclusão?
    8. É tranquilo para as pessoas aceitarem a fala típica da zona urbana?
    Dado um tempo para os alunos responderem as questões e depois de corrigi-las, o professor deverá problematizar com a sala a ideia de que:
    NO BRASIL, CONSIDERANDO SUA EXTENSÃO FÍSICA, É POSSÍVEL PENSARMOS EM TODOS OS BRASILEIROS REALIZANDO A LÍNGUA DA MESMA MANEIRA?
    Para isso, mostrar o vídeo como mote para a discussão: "Preconceito Linguístico"
    Importante: professor, a partir das ideias em discussão, é imprescindível deixar posto que o Brasil é composto por diversidade linguística e pluralidade cultural. Isso pode ser visto pelas falas das pessoas que apresentam diferentes: 1) posições sociais; 2) níveis de escolaridade; 3) ocupações de lugares geográficos; 4) processos de aquisição cultural; 5) idades; 6) sexo; dentre outros fatores. Assim, a tese que se defenderá é a de que:
    "A VARIAÇÃO É INERENTE À PRÓPRIA COMUNIDADE LINGUÍSTICA" (BORTONI, 2004, p. 25).
    Atividade 3
    Partindo da ideia, então, de que a variação é própria da comunidade linguística, o professor pedirá à turma para responder à pergunta:
    "Existe uma variedade melhor do que a outra? Como devemos tratar as variedades linguísticas: enquanto formas diferentes de realização da língua ou como correto e não correto?"
    Mais uma vez, como mote, o professor exibirá aos alunos um vídeo: "Línguas do Brasil"
    Produção de texto escrito e/ou oral
    Depois do vídeo, o professor pedirá aos alunos para escolherem uma forma de apresentação à resposta da pergunta:  "Existe uma variedade de língua melhor do que a outra?" 
    • O professor deverá incentivar os alunos a:
    • 1) escreverem textos argumentativos,
    • 2) a produzirem relatos orais,
    • 3) a criarem e encenarem uma pequena peça teatral cujo personagem principal seja o próprio Chico Bento,
    • 4) a criarem uma história em quadrinhos dentre outras possibilidades de gêneros.
    Recursos Complementares
    Avaliação
    O professor verificará a compreensão do aluno sobre a variedade informal (nível) e caipira (identidade) utilizada pelo personagem Chico Bento na medida em que o discente participar das discussões orais propostas e realizar a produção de texto oral e/ou escrita sobre preconceito linguístico.