"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela) "

terça-feira, 19 de abril de 2016

HISTÓRIA: A FORMIGUINHA E A NEVE






História:





Recursos para contar a história:










Exploração oral:



Atividades de Escrita:



Exploração da letra F:

Sugiro entregar para cada criança um pequeno texto sobre a história, estando o mesmo reproduzido em cartaz, para que façam a leitura coletiva. Explorar a palavra formiga, circulando-a no cartaz e cada um no seu texto, contar o nº de letras, sílabas, letra inicial... Após entregar a atividade que segue:



Jogo:


Atividades Matemáticas:




Introdução do tema ESTAÇÕES DO ANO:









Educação Física:


ARTE:





Cantar a música e dramatizar:



Confecção de uma formiguinha com caixa de ovo:

Obs.: A formiga é um inseto, portanto possui apenas 3 pares de patas (6 ao todo).

Dá pra fazer um "gancho" para Ciências Naturais, explicando sobre o animal: inseto, seis patas, comunicação com as antenas, vivem em sociedades, moram em formigueiros, alimentam-se de fungos que desenvolvem-se sobre a matéria orgânica que coletam e armazenam no formigueiro (folhas, restos de alimentos, outros insetos mortos, etc).


Ensino Religioso:














Mascará:

Mais um livrinho...Lindo!






























A FESTA NO CÉU
NARRADOR:
Decidiram fazer uma festa no céu.
A tartaruga ficou sabendo da festa, mas não sabia como iria. Ela então pediu ao Urubu:
Tartaruga:
-- Me leve à festa no céu, seu Urubu. Eu não sei voar e você bem que poderia me levar.
URUBU:
--Não me amole! A festa não é para você!
NARRADOR:
A tartaruga saiu triste seguindo o seu caminho.
De repente, ele teve uma idéia:
Tartaruga:
--Ah! Já sei como irei à festa! Quando o Urubu dormir, eu irei bem devagarzinho e me escondo dentro do violão dele.
NARRADOR:
E assim, a tartaruga esperou o Urubu dormir e escondeu-se dentro do violão. O Urubu acordou assustado, olhou as horas e disse:
Tartaruga:
--Xiii.......já está passando da hora, estou atrasado para a festa no céu!
NARRADOR:
Ele saiu voando bem depressa com seu violão pendurado nas costas e não notou a tartaruga bem escondidinha.
Pelo caminho, o Urubu encontrou também vários pássaros voando em direção ao céu.
Quando o Urubu chegou ao céu, ele ficou maravilhado.
Estava todo enfeitado com estrelas de várias cores, que piscavam sem parar.
Os anjos cantavam músicas animadas e todos dançavam.
Havia doces e salgadinhos de todas as qualidades.
O Urubu deixou o violão encostado num canto e foi dançar.
A tartaruga aproveitou e saiu de dentro do violão.
A tartaruga então começou a comer tudo que via pela frente e dançou a noite inteira.
O Urubu viu a tartaruga e ficou desconfiado.
URUBU:
--Como você chegou aqui Dona tartaruga?Você não sabe voar!
Tartaruga:
--Ora, Seu Urubu, isso é segredo. Eu dei um jeitinho e aqui estou.
NARRADOR:
Quando a festa estava quase no fim, a tartaruga mais que depressa se escondeu dentro do violão.
O Urubu despediu-se de todos, pôs o violão nas costas e voou em direção a Terra.
Mas ele achou o violão muito pesado. Era porque a tartaruga comeu muito durante a festa.
Desconfiado, o Urubu olhou dentro do violão.
E quem estava lá dentro? Era a tartaruga todo encolhidinho.
URUBU:
--Ah! Peguei você, tartaruga mentirosa! Agora você vai aprender!
NARRADOR:
E o Urubu virou o violão e a tartaruga veio caindo lá do céu.
A tartaruga caiu em cima de uma pedra e ficou toda quebrada.
Os anjinhos com pena dela e juntaram todos os pedaços.
E é por isso que até nos dias de hoje as tartarugas têm o casco todo recortadinho.
E ele aprendeu a lição. A gente não deve ir onde não é chamado.

Recursos para contar histórias


Que história contar?


FAIXA ETÁRIA E INTERESSES

Até 3 Anos
_ Histórias de bichos e com crianças
_ Contos rítmicos leves lúdicos e bem humorados, curtos

De 3 a 6 anos
_ Histórias de bichos
_ Pequenos contos de fadas
_ Poemas ,Trava-línguas, Parlendas
_ Cantigas de rodas
_ limeriques

7 anos a 8 anos
_ Histórias de crianças, animais e encantamentos
_ Contos de fadas
_ Aventuras no ambiente próximo: família e comunidade
_ Histórias humorísticas
_ Lendas folclóricas

9 a 10 anos
_ Mitos
_ Contos de fadas mais elaborados
_ Histórias verídicas, narrativas de viagens
_ Histórias de humor

11 e 12 anos
_ Mitos (hindus, pérsas, árabes, egípcios)
_ Narrativas de viagens
_ Histórias verídicas
_ Mitos de heróis


“ENTROU POR UMA PORTA E SAIU PELA OUTRA...
QUEM QUISER QUE CONTE OUTRA!”
Muitos são os meios utilizados para incentivar a leitura, e dentre eles está a contação de histórias, através da qual, mediador e ouvinte viajam por um mundo de sonhos e fantasias… Podemos apontar inúmeras técnicas de leitura e regras para uma boa contação de histórias, mas todos esses recursos devem estar aliados a EMOÇÂO. Sem emoção, o mediador não consegue transmitir o significado daquela leitura, e de nada adiantou aquele momento… A partir da narração de uma hitória, estamos compartilhando momentos, emoções e despertando reflexões…Mais do que técnicas, a arte de contar histórias está dentro de cada um de nós.

FORMAS DE APRESENTAÇÃO DAS HISTÓRIAS
_ CONTAÇÃO
_ COM O LIVRO
_ COM GRAVURAS
_ COM FANELÓGRAFO
_ COM DESENHOS
_ COM INTERFERÊNCIA
_ PARA CADA SITUAÇÃO UM RECURSO
- COM DOBRADURAS
- COM FANTOCHES
- COM AVENTAIS

CONTAÇÃO:
_ A HISTÓRIA DEVE SER CONTADA CALMAMENTE, PORÉM COM RITMO E ENTUSIASMO.
_ USAR UMA FÓRMULAS TRADICIONAIS DE INTRODUÇÃO E DE ENCERRAMENTO.
_ AO TERMINAR: JAMAIS MORALIZAR O CONTEÚDO NEM DAR EXPLICAÇÕES PSICOLÓGICAS.



CONTANDO HISTÓRIAS COM DOBRADURAS
CAROLINA E O PIRATA

Carolina morava perto do mar e adorava acordar bem cedo e ficar olhando para o horizonte, imaginando que algum dia um navio pirata chegaria àquela cidade, isso mesmo, ela adorava pirata e histórias de pirata.
Num dia de muito sol, Carolina estava lá olhando o mar, quando de repente, avistou um navio e correu para contar para seus amigos que estava chegando um navio pirata. Ninguém acreditou, mas todos foram conferir e, ao pisar na praia, que surpresa! Era um navio pirata com piratas de verdade!
Mas eles não eram tão legais como imaginavam. Foram logo dizendo:
_Vão embora! Não gostamos de crianças!
Todos foram embora e falaram:
_Carolina, esqueça essa história.
Porém, sozinha, ela disse:
_Não vou esquecer, não. Amanhã volto bem cedo para a praia e vou conhecer os piratas.
E foi o que ela fez assim que o sol nasceu. Ficou escondida olhando para o pirata, admirando seu chapéu, e, tomando coragem, perguntou:
_Seu pirata, posso olhar seu chapéu?
Ele respondeu:
_Saia daqui! Eu não gosto de crianças!
Ela insistiu e repetiu:
_Seu pirata, deixe me ver o seu chapéu. Eu gosto tanto de chapéu de pirata.
Como ela não parava de falar, o pirata disse:
_Tudo bem, eu vou te ensinar a fazer um chapéu igual ao meu.
Ela pulou, rodopiou, riu, gritou, só faltou cair de tanta alegria. E ele disse:
_Mas vamos logo, tenho mais o que fazer!!!
... FAZER A DOBRADURA DO CHAPÉU

_Está pronto! (disse o pirata).
Mas Carolina queria ficar lá conversando com o pirata e passou a fazer várias perguntas. O pirata começou a respondê-las e, com muito orgulho, contou suas histórias: os tesouros encontrados no fundo do mar, o salvamento de pessoas, as viagens... Depois de falar sobre muitas e muitas aventuras, o pirata se viu sentindo um carinho pela menininha, mas, mesmo assim, ele disse com voz grossa:
_Vá embora, que já é muito tarde e eu não gosto de crianças!
Aquele dia tinha sido o melhor dia da vida de Carolina, ela estava tão feliz que quase não conseguia dormir.
Quando acordou, adivinhem aonde ela foi? Isso mesmo: pegou seu chapéu de pirata e correu para a praia para ouvir mais histórias de pirata, mas, chegando lá, adivinhem o que aconteceu? O barco não estava mais. Ela olhou para o mar, viu-o sumindo na água e ficou muito triste.
... A PARTIR DA DOBRADURA DO CHAPÉU, FAZER O BARCO

Carolina brincou muito com seu barquinho imaginando seu amigo pirata dentro dele e, todos os dias, ao acordar, ia em direção ao mar esperá-lo voltar.
Um dia, ela estava lá, olhando o mar, quando de repente, avistou um barco grande. Porém o mar estava nervoso, as ondas, bravas, e o barco foi sendo jogado de um lado para outro... Ficou com a parte de cima e o mastro quebrados.
E o mar continuou revoltado e as ondas eram bem grandes.
O barco foi virando, virando e, então, ficou com uma parte do casco quebrada.
... RASGAR UMA PONTA DO BARCO

Depois um outro pedaço do outro lado do casco sofreu o mesmo dano.

... RASGAR A OUTRA PONTA

Carolina já estava desesperada, imaginado o pirata sumindo no meio do mar e que nunca mais iria encontrá-lo. Alguém pode imaginar o que salvará a vida do pirata?
... RASGAR A PARTE DE CIMA DO BARCO, ABRIR PARA VIRAR O COLETE.

O pirata vestiu o colete e começou a nadar, nadar... Até chegar à praia, onde deu um abraço na menininha e disse que estava com saudade. Naquele momento ele gostava de crianças e sempre as reunia para contar suas histórias e aventuras.
FIM
HISTÓRIAS ACUMULATIVAS
São narrações em que os episódios sucedem-se consecutivamente encadeados, numa seqüência pela qual os casos anteriores se repetem face à representação de outro. Os casos acumulam-se então gradualmente até o desfecho, que afinal refere-se ao próprio início da narrativa. O exemplo típico dessa espécie vamos encontrar na estória da formiguinha, cujo pé ficou preso na neve. São estórias que agradam particularmente a crianças novas, pois sua técnica baseada na interação, possibilita maior facilidade ao acompanhamento do enredo.
OUTROS EXEMPLOS:
A SARDINHA E O PATO

Uma sardinha e um pato...
Encontraram uma maneira...
De entrar em uma sapato azul...
De bolinha amarelinha
De fitinha cor-de-rosa
Que a mamãe comprou
E o papai gostou
E o vovô jogou
E o lixeiro levou...

ÁRVORE DA MONTANHA
A árvore da montanha
Nesta árvore tem um galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste galho tem um ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste ninho tem um ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore



A árvore da montanha…
Neste ovo tem um pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Neste pássaro tem uma pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta pena tem uma flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta flecha tem uma fruta
A fruta da flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho
O galho da árvore

A árvore da montanha…
Nesta fruta tem uma árvore
Ó que árvore!
A árvore da fruta
A fruta da flecha
A flecha da pena
A pena do pássaro
O pássaro do ovo
O ovo do ninho
O ninho do galho O galho da árvore

MÚSICA PARA INICIAR UMA HISTÓRIA

Palavra Cantada - Uma História

Eu vou te contar uma história, agora, atenção!
Que começa aqui no meio da palma da tua mão
Bem no meio tem uma linha ligada ao coração
Quem sabia dessa história antes mesmo da canção?
Dá tua mão, dá tua mão, dá tua mão, dá tua mão...



LIMERIQUES
São um tipo de poema bem curto. Eles falam de coisas malucas sem sentido e têm sempre cinco versos. A primeira, a segunda e a quinta linhas terminam com a mesma rima. Já a terceira e a quarta são mais curtas e rimam diferentes das outras. Ninguém sabe direito como eles surgiram, mas começaram a fazer sucesso quando um inglês barbudo, gordinho e narigudo, chamado Edward Lear, passou a escrever limeriques. .

Depois de tanta doideira e confusão...
Depois de cair com a cara no chão,
Torcer pernas e o nariz,
o palhaço partiu feliz...
Ganhou asas e virou palhaço-avião...
Elias José

PORQUÊ CONTAR HISTÓRIAS?
Dentre muitos motivos para se contar histórias, podemos destacar alguns para reflexão:

1. As histórias formam o gosto pela leitura - Quando a criança aprende a gostar de ouvir historias contadas ou lidas, ela adquire o impulso inicial que mais tarde a atrairá para a leitura.
2. As histórias são um poderoso recurso de estimulação do desenvolvimento psicológico e moral que pode ser utilizado como recurso auxiliar da manutenção da saúde mental do indivíduo em crescimento.
3. As histórias instruem –Ao enriquecer o vocabulário infantil, amplia seu mundo de idéias e conhecimentos e desenvolve a linguagem e o pensamento.
4. As histórias educam e estimulam o desenvolvimento da atenção, da imaginação, observação, memória, reflexão e linguagem.
5. As histórias cultivam a sensibilidade, e isso significa educar o espírito. A literatura e os contos de fadas dirigem a criança para a descoberta de sua identidade e comunicação e também sugerem as experiências que são necessárias para desenvolver ainda mais o seu caráter.
6. As histórias facilitam a adaptação da criança ao meio ambiente, pela incorporação de valores sociais e morais que ela capta da vida de seus personagens.
7. As histórias recreiam, distraem, descarregam as tensões, aliviam sobrecargas emocionais e auxiliam, muitas vezes, a resolver conflitos emocionais próprios.


Percebe-se, então, quanto é importante que o professor esteja atento às reações infantis, perante as histórias contadas , podendo ser de grande ajuda para compreensão da realidade de cada uma das crianças. ”O compromisso do narrador é com a história, enquanto fonte de satisfação de necessidades básicas das crianças”.(Betty Coelho, 1991).


fonte: partilhandoideiasideais.blogspot.com.b

Jacaré com dor de dente????

Quer fazer um projeto de higiene bucal?
Que tal esse avental?

Acho que esse Jacaré vai convencer muitas criança a cuidadarem dos dentes...kkkk!!!

Essa história é minha... espero que gostem...


Jacaré com dor de Dente???

Joca era um jacaré que se achava muito esperto.


Mas, desconfio que Joca não era tão esperto assim.

Certo dia, Joca acordou com uma terrível dor de dente.

Jacaré com dor de dente?

É pra você ver, até jacaré tem dor de dente.


A dor era terrível. Joca rolava pra lá e pra cá.


Se tentava comer:

_ aiaiaiaiaiaiaiai!

_ Dói demais

Se tenta beber:

_ uiuiuiuiuiuiuiui!

_ Como dói.

Joca estava desesperado, não sabia mais o que fazer, e até começou a chorar.

Jacaré também chora?

É pra você ver, até jacaré chora quando sente muita dor.

Foi aí que eu apareci.

Eu, o Dente!

Mas dente fala?

É pra você ver, o que a gente não faz para ajudar um amigo.

Mas voltando para a história, pulei da boca do Joca e lhe dei um sermão:

_Tá com dor de dente?

_Bem feito!

Joca me olhou com uma cara de: “Não estou entendendo nada!”

_ Você é o meu dente? Pergunta Joca.

Então, respondi

_ Sim! Sou seu dente e vim aqui fazer uma reclamação!

_ Você não cuida da gente!

Joca fez uma cara de sem graça, aquela que a gente faz quando fez algo de errado.

_ Mas, o que eu fiz pra merecer... aiaiaiaiauiuiuiui.... essa doooooooor. Disse Joca gemendo de dor.

Eu disse:

_ Joca, você não está cuidando dos seus dentes!

_ Não entendi! Disse Joca perplexo.

_ Eu como um montão de coisas.

Então, respondi:

_ Sim, e nós ajudamos. Cortando, rasgando e amassando toda essa comida, mas o que eu quero dizer é que você só come, come, come...!

_ E NÃO CUIDA DE NÓS!

Eu disse, gritando.

Dente também fica bravo?

É pra você ver. Até dente fica bravo às vezes,
mas voltando para a história...

Eu disse:

_ Sabe quem anda passeando nos seus dentes?




_Bactérias, tártaro, cáries!
A galera do mal que lentamente vão abrindo buraquinhos e estragando seus dentes.

Joca estava uma fera e gritou:

_ CADÊ ELES, CADÊ ELES? Me diz que eu pego todos eles. Sou muito esperto e vou acabar com essa galera do mal!

_ Bom! _Eu falei

_Você não tem nada de esperto Joca. Está deixando esses vilões acabarem com a gente!

_ Sabe Joca, esses inimigos dos dentes não são grandalhões.

_ NÃÃÃÃÃO??? Disse Joca surpreso.

Eu continuei...

_ São pequeniniiiiiiiiinhos, microscópios!

_ Não dá pra gente ver, mas estão lá, roendo os dentes sem parar!

_ Mas o que eu posso fazer para acabar com esses monstros? Ops! Monstrinhos? Perguntou Joca suplicando.





Respondi:

_ É fácil, Joca! É só chamar a galera do bem. Os super amigos dos dentes!

E dente tem super amigo?

É pra você ver.

Até dentes tem super amigos, mas voltando para a história...

_ Essa turma é imbatível!

_ Ah, é? E quem são eles? Me conta, me conta! Disse Joca muito curioso.

Esclareci:




_ O primeiro é o Dentista!

_ Vou te contar, esse é ô cara!
Ele cuida, trata, limpa e mantém os dentes sempre saudáveis e te dá dicas legais para cuidar dos dentes e adora receber sua visita. Mas às vezes a gente esquece-se de ir com frequência. O ideal e visitá-lo de seis em seis meses!

_ Mas onde encontro um desses? Indagou Joca.

_ Ah! É fácil! Eu te indico um ótimo, tem também garotas dentistas, são tão lindas!...
Quer dizer...
cuidadosas!




Continuei:

_ Mas, tem mais amigos do bem!

_ Tem o trio imbatível!
Eu acho que até que são os três mosqueteiros, tipo...
Um por todos!
E todos por Um!

Que dá um chega pra lá na galera do mal!

_ É? E quem são eles? Perguntou o curioso Joca.

_ Dona Escova, Seu Pasta de Dente e o Seu Fio Dental!
Nunca se separam, gostam de trabalhar em equipe.
Todos os dias, após as refeições eles entram em ação!

Continuei:

_ Dona Escova e Seu Pasta se juntam e limpam toda a sujeira que encontram no caminho, deixando os dentes limpos, brilhantes e com um cheirinho... booomm!

 




_ Mas e o Seu Fio? Indagou Joca.











_ Ah! Ele completa o serviço, limpando nos lugares mais difíceis, entre os dentes, onde Dona Escova e Seu Pasta não conseguem entrar.

_ É Jacaré, com os Três Mosqueteiros e seu amigo Dentista (ou amiga), não há galera do mal que resista. Seus dentes vão ficar incríveis, ou seja, eu vou ficar liiiiiiiindo!

Finalizei.



_ Puxa! Gostei das dicas! Disse Joca

Então, me despedi:

_ É isso aí, já vou indo! Se cuida jacaré!

E Joca me interrompeu:

_ Opa! Espere aí! Você disse que ia me indicar um Dentista!

_ Claro!



(mostra o cartão do dentista)



_ Alô! Por favor, aqui é o Joca, o jacaré, quero marcar uma consulta!






Mas, jacaré vai ao dentista?

É pra você ver, até jacaré vai ao dentista.

E você??




Autora: Adriana Mendes da Fonseca