"A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo. (Nelson Mandela) "

terça-feira, 30 de maio de 2017




MAIS DE 50 BRINCADEIRAS PARA ALFABETIZAR

Use a sua criatividade e promova jogos e atividades que ampliarão as possibilidades de LEITURA e ESCRITA das crianças. Aí vão algumas dicas:

 
  • Jogo dos 07 erros
  • 01 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, substitui umaletrapor outra que não faça parte da palavra. A criança deve localizar essas 7 substituições.
  • 02 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, inverte a ordem de 2letras(ex: cachorro – cachorro). A criança deve achar esses 7 erros.
  • 03 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, omite uma letra. O aluno deve localizar os 7 erros.
  • 04 - A prof.ª elabora uma lista de palavras e, em 7 delas, acrescenta 1 letra que não existe. A criança deve localizar quais são elas.
  • 05 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e substitui 7 palavras por outras, que não façam parte do texto. O aluno deve achar quais são elas.
  • 06 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e omite 7 palavras. O aluno deve descobrir quais são elas.
  • 07 - A prof.ª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e inverte a ordem de 7 palavras. O aluno deve localizar essas inversões.
  • 08 - A profª escreve um texto conhecido (música, parlenda, etc.) e acrescenta 7 palavras que não façam parte dele. A criança deve localizar quais são elas.
  • Caça palavras
  • 01 - A prof.ª monta o quadro e dá só uma pista: “Ache 5 nomes de animais” por exemplo.
  • 02 - A prof.ª monta o quadro e escreve, ao lado, as palavras que o aluno deve achar.
  • 03 - A prof.ª dá um texto ao aluno e destaca palavras a serem encontradas por ele, dentro do texto.
  • Jogo da Memória
  • 01- O par deve ser composto pela escrita da mesma palavra nas duas peças, sendo uma em letra bastão, e a outra, cursiva.
  • 02 - O par deve ser idêntico e, em ambas as peças, deve haver a figura acompanhada do nome.
  • 03 - O par deve ser composto por uma peça contendo a figura, e a outra, o seu nome.
  • Cruzadinha
  • 01- A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz uma tabela com todas as palavras da cruzadinha em ordem aleatória. Assim, a criança consulta a tabela e “descobre” quais são os nomes pelo número de letras, letra inicial, final, etc.
  • 02 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança pôr o nome. Mas, para ajudá-las, faz um quadro com todos os desenhos e seus respectivos nomes, para que a criança só precise copiá-los, letra a letra.
  • 03 - A prof.ª monta a cruzadinha convencionalmente, colocando os desenhos para a criança escreva seus nomes.
  • As cartelas devem conter letras variadas. Algumas podem conter só letras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos, misturadas.Bindo das Letras -
  • Bingo de palavras -as cartelas devem conter palavras variadas. Algumas podem conter só palavras do tipo bastão; as outras, somente cursivas; e outras, letras dos dois tipos.
  • Bingo de iniciais -a profª deve eleger uma palavra iniciada por cada letra do alfabeto e distribuí-las, aleatoriamente, entre as cartelas. (+/- 6 palavras por cartela). A profª sorteia a letra e o aluno assinala a palavra sorteada por ela.
  • Bingo de letras variadas -as cartelas devem conter letras variadas. A profª dita palavras e a criança deve procurar, em sua cartela, a inicial da palavra ditada.
  • A profª monta quebra cabeças de rótulos e logomarcas conhecidas e, na hora de montar, estimula a criança a pensar sobre a “ordem das letras”Quebra Cabeça de rótulos -
  • Dominó de palavras -em cada parte da peça deve estar uma palavra, com a respectiva ilustração.
  • Ache o estranho -a prof.ª recorta, de revistas, rótulos, logomarcas, embalagens, etc. Agrupa-os por categoria, deixando sempre um “estranho” (ex: 3 alimentos e um produto de limpeza; 4 coisas geladas e 1 quente; 3 marcas começadas por “A” e uma por “J”; 4 marcas com 3 letras e 1 com 10, etc.) Cola cada grupo em uma folha, e pede ao aluno para achar o estranho.
  • Procure seu irmão 1 -os pares devem ser um rótulo ou logomarca conhecidos e, seu respectivo nome, em letra bastão.
  • Procure seu irmão 2 -os pares devem ser uma figura e sua respectiva inicial.
  • Jogo do alfabeto -Utilize um alfabeto móvel (1 consoante para cada 3 vogais). Divida a classe em grupo e entregue um jogo de alfabeto para cada um.Vá dando as tarefas, uma a uma: - levantar a letra;- organizar em ordem alfabética;- o professor fala uma letra e os alunos falam uma palavra que inicie com ela;- formar frases com a palavra escolhida;- formar palavras com o alfabeto móvel;- contar as letras de cada palavra; - separar as palavras em sílabas; - montar histórias com as palavras formadas;- montar o nome doscolegasda sala;- montar os nomes dos componentes do grupo.
  • Pares de Palavras -  Objetivo: utilizar palavras do dicionário. Destreza predominante: expressão oral Desenvolvimento: O professor escolhe algumas palavras e as escreve na lousa dentro de círculos (1 para cada palavra). Dividir a classe em duplas. Cada dupla, uma por vez, dirigir-se-á até a lousa eescolheráum par de palavras formando uma frase com elas. A classe analisará a frase e se acharem que é coerente a dupla ganha 1 ponto e as palavras são apagadas da lousa. O jogo termina quando todas as palavras forem apagadas.
  • Formando palavras -Número de jogadores: 4 por grupo.Material: 50 cartões diferentes (frente e verso).Um kit de alfabeto móvel por grupo (com pelo menos oito cópias de cada letra do alfabeto)Desenvolvimento: Embaralhe os cartões e entregue dez deles para cada grupo;Marque o tempo – 20 minutos – para formarem a palavra com o alfabeto móvel no verso de cada desenho. Ganha o jogo o grupo que primeiro preencher todos os cartões.Variações: Classificar (formar conjuntos) de acordo:- com o desenho da frente dos cartões; - com o número de letras das palavras constantes dos cartões; - com o número de sílabas das palavras dos cartões; - com a letra inicial;
  • Treino de rimas -Várias cartas com figuras de objetos que rimam de três formas diferentes são colocadas diante das crianças. Por exemplo, pode haver três terminações: /ão/, /ta/, /ço/. Cada criança deve então retirar uma carta, dizer o nome da figura e colocá-la numa pilha com outras figuras que tenham a mesma rima. O teste serve para mostrar as palavras que terminam com o mesmo som. Ao separá-las de acordo com o seu final, juntam-se as figuras em três pilhas com palavras de terminações diferentes.
  • Treino de aliterações -Em uma folha com figuras, a criança deve colorir as que comecem com a mesma sílaba de um desenho-modelo (por exemplo, desenho-modelo: casa; desenhos com a mesma sílaba inicial: caminhão, cama, caracol; desenhos com sílabas iniciais diferentes: xícara, galinha, tartaruga). A mesma atividade pode ser depois repetida enfatizando-se a sílaba final das palavras (por exemplo, desenho-modelo: coração; desenhos com o mesmo final: televisão, leão, balão, mão; desenhos com finais diferentes: dado, uva, fogo).
  • Treino de consciência de palavras- Frases com palavras esquisitas, que não existem de verdade, são ditadas para a criança, que deve corrigir a frase. Substitui-se a pseudopalavra por uma palavra correta. Por exemplo, troca-se "Eu tenho cinco fitos em cada mão" por "Eu tenho cinco dedos em cada mão". Nesse jogo, palavras irreais são trocadas por palavras que existem de verdade, deixando a frase com sentido. Mostra-se que, ao criar frases com palavras que não existem, essas não têm significado.
  • Quantas sílabas tem?A professora fala uma palavra e o aluno “bate palma(s)” de acordo com o número de sílabas.
  • Qual é a palavra?A professora fala uma palavra (BATATA) e os alunos repetem omitindo a sílaba inicial (TATA) ou a final (BATA)
  • Lá vai a barquinha carregadinha de...A professora fala uma LETRA (ou sílaba) e as crianças escolhem as palavras. Ex.: frutas iniciadas com M - maçã, morango, melão, etc...
  • Adivinhando a palavra -O professor fala uma palavra omitindo a sílaba final e os alunos devem adivinhar a palavra. (ou a inicial)
  • Quantas sílabas tem a palavra?A professora fala uma palavra e a criança risca no papel de acordo com o número de sílabas (ou faz bolinhas)
  • Descoberta de palavras com o mesmo sentido- Ajude o aluno a perceber que o mesmo significado pode ser representado por mais de uma palavra. Isso é fácil de constatar pela comparação de frases como as que se seguem: • O médico trata dos doentes • O doutor trata dos doentes. Forneça, em frases, exemplos do emprego de sinônimos de uso comum como: • Bonita, bela; • Malvado, mau; • Rapaz; moço • Bebê; neném; • Saboroso; gostoso...
  • Descoberta de palavras com mais de um significado -Com essa atividade, os alunos perceberão que palavras iguais podem ter significados diferentes. Ajude-os a formar frases com as palavras: manga, botão, canela, chato; corredor; pena, peça; etc
  • Respondendo a perguntas engraçadas -Faça-as pensar sobre a existência de homônimos através de brincadeiras ou adivinhações:• a asa do bule tem penas? • O pé da mesa usa meia? • A casa do botão tem telhado?
  • Escrita com música -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos; 2) distribuir, entre as equipes, uma folha de papel; 3) apresentar às equipes uma música previamente selecionada pelo professor; 4) pedir que o aluno 1 de cada uma das equipes registre, na folha, ao sinal dado pelo professor, suas idéias, sentimentos, emoções apreendidas ao ouvir a música; 5) solicitar-lhe que, findo o seu tempo, passe a folha ao aluno 2, que deverá continuar a tarefa. E assim sucessivamente, até retornar ao aluno 1, que deverá ler o produto final de todo o trabalho para toda a classe.Observação: a folha de papel deverá circular no sentido horário.
  • Conversa por escrito -1) dividir a classe em duplas; 2) entregar a cada uma das duplas uma folha de papel; 3) pedir às duplas que iniciem uma conversa entre seus elementos (ou pares), mas por escrito.Observações: 1) a dupla poderá conversar sobre o que quiser, mas deverá registrar a conversa na folha recebida; 2) a dupla não precisará ler sua conversa à classe; apenas o fará, se estiver disposta a tanto.Objetivo específico dessa atividade: ensejar a reflexão sobre as diferenças entre a linguagem oral e a escrita.
  • Interpretando por escrito -1) dividir os alunos em equipes de 4 elementos cada uma; 2) numerá-los de 1 a 4; 3) distribuir, entre as mesmas, pequenas gravuras (se possível de pinturas abstratas); 4) solicitar que cada uma das equipes registre, por escrito, o que entendeu sobre os quadros propostos; 5) ler as interpretações obtidas.
  • Brincando com as cores -1) dividir a classe em equipes de 4 elementos; 2) numerar os participantes de cada uma; 3) distribuir, entre elas, as cores: atribuir uma cor (vermelho, verde, amarelo, azul, etc.) a cada uma das equipes ou grupos; 4) pedir que cada um dos elementos de cada uma das equipes registre, numa folha de papel que circulará entre os participantes, suas impressões a respeito da cor recebida; 5) solicitar das equipes a leitura das impressões registradas.Observações: a mesma atividade poderá ser realizada, mas sem a entrega de cores às equipes. Neste caso, cada um dos grupos deverá produzir um pequeno texto sobre uma cor, sem nomeá-la, mas procurando “dar pistas” a respeito da mesma, a fim de que os colegas possam descobri-la. Algumas equipes poderão ler seus textos e, se a cor não for descoberta, o professor poderá organizar uma discussão sobre esse fato, apontando, alguns fatores que talvez tenham dificultado a não identificação. Outra atividade com cores poderá ser a dramatização por meio de gestos, ou mímica, de uma cor escolhida pela(s) equipe(s).
  • Compondo um belo texto-poema -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) indicar a cada uma três substantivos - chave do poema: mar, onda, coqueiro; 3) marcar, no relógio, 10 (dez) minutos para a composição dos poemas; 5) expor, no mural de classe, os textos produzidos pelas equipes.
  • Cinema imaginário -1) dividir a sala em equipes ou grupos; 2) apresentar às equipes três ou quatro trechos (curtos) de trilhas sonoras de filmes; 3) solicitar que os alunos imaginem cenas cinematográficas referente às trilhas ouvidas; 4) interrogar os alunos sobre o que há de semelhante e o que há de diferente nas cenas imaginadas por eles.“A partir das respostas a essas perguntas, o professor discutirá, com os alunos, o papel do conhecimento prévio e o das experiências pessoais e culturais que compartilhamos, para que possamos compreender textos (verbais, não-verbais, musicados, ...)
  • Criação de um país imaginário -1) dividir os alunos em equipes ou grupos; 2) pedir-lhes que produzam um texto, com ou sem ilustração, descrevendo um país imaginário, de criação da equipe; 3) solicitar que cada uma dessas leia para as demais o texto produzido por ela; 4) afixar, no mural da sala, os textos produzidos pelas equipes.
  • “ Se eu fosse ...” -1) dividir a classe em equipes ou grupos; 2) pedir que cada uma complete as lacunas ou pontilhado com o nome de um objeto, animal, planta, personagem ou personalidade humana que gostaria de ser; 3) solicitar que escrevam e/ou desenhem a respeito do que gostariam de ser; 4) pedir que exponham suas produções aos colegas; 5) sugerir que as coloquem no mural ou varal de classe.
  • Jogo do segredo (telefone sem fio) -Dizer uma pequena frase a uma criança e ela diz essa frase ao ouvido da criança que está ao seu lado e assim sucessivamente até percorrer as crianças todas. A ultima diz a frase em voz alta para vermos se coincidiu com a frase inicial.
  • Jogo de formação de frases -Montagem: faça várias cartelas em cores diferenciadas, contendo: os substantivos, ações, conectivos e pontuação, separadamente. (ex: substantivos em rosa, conectivos em azul, etc.). Como jogar: a professora entrega a uma dupla de alunos cartelas contendo palavras, vogais e pontuação embaralhadas. Em seguida, pede a ela que forme as frases corretamente. Em outro momento, pergunta-lhe se é possível trocar elementos frasais com as demais duplas. Assim, os alunos treinam, de maneira lúdica, a comparação entre frases e entre elementos que estruturam uma frase, sem preocupar-se com nomenclatura. Em momento algum, a professora comenta a divisão de cores dos elementos. Ela deixa o aluno descobrir as diferenciações, instigando-o a reparar as diferenças. Outra forma de brincar é fazer com que uma criança monte a frase e a outra a leia em voz alta.
Jogo da caixa com nomes
 
Material: fichas com os nomes das crianças e três caixas de sapato.
Finalidade: Terminar primeiro os nomes da caixa.
Números de participantes: Total de alunos divididos em três grupos.
Regras:
  • Organizar as crianças em três filas e deixar uma caixa na frente de cada fila.
  • Cada caixa deverá conter os nomes das crianças daquela fila.
  • Dado um sinal, na ordem da fila, cada criança procura seu nome na caixa e, encontrá-lo, corre para o final da fila permitindo que o seguinte prossiga o jogo.
  • Ganha a competição o grupo que terminar primeiro.
Variação: Encontrar na caixa o nome do colega que está atrás.
 
Atravessando o rio
 
Material: desenhar no chão a paisagem de um rio. Confeccionar fichas em forma de pedras com os nomes.
Finalidade: atravessar o rio lendo todos os nomes.
Número de participantes: toda turma dividida em dois grupos.
Regras:
  • Convidar um aluno de cada grupo para atravessar o rio sem cair.
  • Os alunos deverão atravessar o rio lendo os nomes que estão escritos nas pedras.
  • Os outros componentes do grupo poderão ajudar quando houver dificuldade.
  • Aquele que errar, cai no rio e se afoga, perdendo ponto o seu grupo.
  • O aluno que pular todas as pedras, sem cair, ganha ponto para o seu grupo.
Variação: A professora dita os nomes e os alunos escrevem nas pedras.
 
Caracol do Alfabeto
Material: Desenho no chão de um caracol bem grande com todas as letras do alfabeto. Confeccionar um dado grande com caixa de papelão.
Finalidade: Chegar primeiro no final do caracol.
Número de participantes: todos os alunos.
Regras:
  • Fazer uma fila na entrada do caracol.
  • O primeiro da fila lança o dado e anda a quantidade correspondente ao número do dado.
  • A professora faz perguntas para toda turma: Que letra é essa? Tem algum aluno na nossa turma que começa com essa letra? Quem? Que outras coisas também começam com essa letra?
  • Repetir o procedimento com todos.
  • Vence o jogo quem chegar primeiro no final do caracol.
Variação: Cada aluno procura a casinha com a primeira letra do seu nome e se coloca dentro dela. Fazer perguntas do tipo: Em qual casinha do caracol está o Bruno? Qual casinha vem antes da casinha da Lidiane? Por quais casinhas a Eliane precisa passar para chegar na casinha da Jaiane?...
 
Caixinhas com nomes
Material: Caixinhas de fósforos encapadas com a foto dos alunos coladas em cima, e dentro as letras que formam o nome daquele aluno. Papel ofício.
Finalidade: Formar e fazer análise grafofônica dos nomes.
Números de participantes: alunos divididos em grupos.
Regras:
  • Cada grupo escolhe as caixinhas que preferem.
  • Formar os nomes dos colegas com as letras que estão dentro da caixinha.
  • Depois registrar no papel o nome formado, a primeira letra, a quantidade de letras que foi preciso para formar o nome e a quantidade de vezes que abrem a boca para falar aquele nome.
     

ABAIXO VOCÊ ENCONTRARÁ SUGESTÕES DE AVALIAÇÕES DIAGNÓSTICAS PARA BAIXAR! 

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DIAGNÓSTICA INICIAL 

Saber o que os alunos já conhecem é de fato essencial para o ponto de partida do planejamento docente.Essa prática tem sido bastante disseminada nos anos iniciais do ensino fundamental.
E,além disso,muitos autores endossam esta prática,oferecendo referencias teóricas que a sustentem.
No entanto,esta prática acaba se restringindo á Língua Portuguesa, sobretudo nas classes de alfabetização.O professor se restringe á prática de sondagens,como o objetivo de diagnosticar as hipóteses de escrita, e acabam não realizando este procedimento em outras áreas do conhecimento.
Esta questão tem dois fatores essenciais a serem analisados.O primeiro é a insegurança que o professor tem de que seus alunos não atinjam as habilidades de leitura e escrita, ou seja, se alfabetizam. O outro fator é a falta de subsídios que o professor tem,em sua formação, no curso de Pedagogia.
Se por um lado, temos as pesquisas de Emília Ferreiro e Ana Teberosky, que revolucionaram a alfabetização com a psicogênese da Língua Escrita, por outro ainda se está construindo uma forma de compreender com o aluno aprende matemática e desenvolve seu raciocínio.
O autor que nos propõe um novo olhar sobre o ensino de matemática é Vernaud, defendo a idéia de que, não só é preciso se diagnosticar o que o educando já sabe, como acolher as diferentes estratégias por ele adotado.
Por fim, ao pensarmos em Projetos de Trabalho, é importante que o professor faça um levantamento prévio daquilo que seus alunos sabem sobre o tema, para que tenha parâmetros de como estruturar sua ação pedagógica e definir as etapas do Projeto.
Mais importante do que se preocupar com o conteúdo a ser dado, é o fato de que o professor faça a avaliação diagnóstica inicial e, assim, estabeleça os objetivos conceituais, procedimentais e atitudinais a serem alcançados.
Se o professor do primeiro ano pensar que precisa começar por apresentar os numerais de 0 a 9, certamente se surpreenderá ao descobrir que alguns alunos já conhecem numerais até 100, 500, etc.
E é muito desestimulante que este aluno que sabe, fique exaustivamente fazendo aquilo que já conhece e domina.
Portanto, caros colegas, procurem conhecer o que seus alunos já sabem e, sem dúvida, este simples procedimento qualificará muito seu trabalho.
 
AVALIAÇÕES DIAGNÓSTICAS DESTINADAS AOS ALUNOS 1° AO 5° ANOS DO ENSINO FUNDAMENTAL - 2014
Estas avaliações diagnósticas foram organizadas pelas Analistas do PIP / ATC da SRE de Janaúba -MG.
Avaliações Diagnósticas
  1. Avaliação Diagnóstica Língua Portuguesa- 1° ANO - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  2. Avaliação Diagnóstica Língua Portuguesa - 2° ANO CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  3. Avaliação Diagnóstica Matemática - 2° ANO- CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  4. Avaliação Diagnóstica Língua Portuguesa 4° ANO - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  5. Avaliação Diagnóstica Matemática 4° ANO - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  6. Avaliação Diagnóstica Língua Portuguesa 5° ANO - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  7. Avaliação Diagnóstica Matemática 5° ANO - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  8. Caderno do Aplicador Língua Portuguesa 1° ano - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
  9. Caderno do Aplicador Língua Portuguesa 2° ano - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
NOTA: Utilizamos a "Provinha Brasil" para diagnóstico de nossos alunos do 3º ano do Ciclo da Alfabetização.
Matrizes de Referencias:
1º ano Língua Porutuguesa - BAIXAR
2º ano Língua Portuguesa- BAIXAR
2º ano Matemática - BAIXAR
4º ano Língua Portuguesa- BAIXAR
4º ano Matemática- BAIXAR
5º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
5º ano Matemática - BAIXAR
Planilhas Eletrônicas para tabulações dos dados:
Orientações para preencinento da planilha - BAIXAR
1º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
2º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
2º ano Matemática - BAIXAR
3º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
3º ano Matemática - BAIXAR
4º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
4º ano Matemática - BAIXAR
5º ano Língua Portuguesa - BAIXAR
5º ano Matemática - BAIXAR
BAIXE AS SUGESTÕES DE AVALIAÇÕES DIAGNÓSTICAS DOS ANOS INCIAIS PARA O ENSINO FUNDAMENTAL - ANO 2013
 
Avaliações:
1 - Avaliação Diagnóstica do 1º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
2 - Avaliação Diagnóstica do 2º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
3 - Avaliação Diagnóstica do 2º ano /Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
4 - Avaliação Diagnóstica do 3º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
5 - Avaliação Diagnóstica do 3º ano /Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
6 - Avaliação Diagnóstica do 4º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
7 - Avaliação Diagnóstica do 4º ano /Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
8 - Avaliação Diagnóstica do 5º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
9 - Avaliação Diagnóstica do 5º ano /Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
Matrizes: 
1 -Matriz de Referência -1º ano /Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
2 -Matriz de Referência -2º ano / Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
3 -Matriz de Referência - 2º ano / Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
4 -Matriz de Referência - 3ºano/ Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
5- Matriz de Referência - 3º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
6- Matriz de Referência - 4º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
7- Matriz de Referência - 4º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
8- Matriz de Referência - 5º ano/Língua Portuguesa- CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
9- Matriz de Referência - 5º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
Mapa de Resultados:
1- Mapa de Rsultados - 1º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
2- Mapa de Resultados - 2º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
3- Mapa de Resultados - 2º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
4- Mapa de Resultados- 3º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
5- Mapa de Reusltados- 3º ano/Matemática- CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
6- Mapa de Resultados- 4º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
7- Mapa de Resultados- 4º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR 
8- Mapa de Resultados - 5º ano/Língua Portuguesa - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
9- Mapa de Resultados -5º ano/Matemática - CLIQUE AQUI PARA BAIXAR
 




ALGUMAS SUGESTÕES PARA A ALFABETIZAÇÃO                                      

                A criança desde muito pequena, aprende a reconhecer com facilidade nome de pessoas, animais, objeto de seu ambiente familiar, isto é, reconhece substantivos. Um procedimento natural será o de iniciar o processo da leitura com estes substantivos envolvidos em idéias conhecidas, significativas, concretizáveis, permitindo sua exploração através dos sentidos – ver – ouvir – falar – tocar – cheirar – experimentar.
                Nos primeiros anos de escolaridade da criança, o professor deve insistir, pelo menos, em dois aspectos, o treino e a formação de hábitos concretos de leitura. Por esse motivo, o que tivermos à disposição, deve ser aproveitado para incentivar a criança ler.
·              Avisos e ordens, que comumente são expressos em voz alta, podem ser escritos.
·              Saudações, reforços, perguntas que podem ser escritas em cartazes ou também no quadro de giz.
·              A criança identifica tudo o que há na sala de aula. Nomeia-as.
·              O professor, após identificação, explica que todos estes nomes podem ser escritos e lidos.
·              Junto às crianças, escreve em fichas o nome das “coisas” que citaram. Exemplo: escreve lentamente a palavra porta. Lê a palavra e diz para as crianças indicando a porta: “isto é uma porta. E aqui lemos a palavra porta. Vamos colocar na porta?”. Faz o mesmo com outras palavras.
·              Colocar os nomes das crianças na classe ou no lugar de guardar o material. As crianças “se desenham” e o professor escreve o nome delas e os distribui de maneira que elas já comecem algumas relações como “meu nome começa que nem o da Tatiane”.
Para facilitar o acesso da criança ao livro, o professor deve:
·              Organizar um cantinho de leitura na sala de aula com gravuras e pequenos textos. Estimular para que a criança o freqüente, deixando-o manipular o material. O professor lê história no “canto” mostrando a ilustração e permitindo-lhe comentários, perguntas e complementações.
·               Motivar e criar espaços para a criança narrar fatos do cotidiano e registrar (o professor). Posteriormente o professor lê a “história” da criança.
·               Dramatizar cenas.
·               Modelar, recortar ou desenhar os personagens da história.
·               Visitar a biblioteca.
·               Escrever o que a criança diz de seus desenhos (estes, inclusive, podem servir como um recurso para a criança ler depois que já domina o mecanismo da leitura, podendo reescrever o que disse).
             A criança deve ser motivada a ler. Para que ela não perca o interesse, é preciso variar as estratégias apresentando a leitura de diferentes formas para evitar a memorização.
            Estas são apenas algumas sugestões as quais deverão ser desdobradas sob muitas outras formas, como já foi salientado, o importante é que a criança leia muito, treine o mecanismo da leitura, sem, no entanto, separar o mecanismo da interpretação e compreensão do que se está lendo.

Escrita 

                A escrita deve surgir do interesse e curiosidade da criança. E esta se manifesta pelo desejo que a criança tem de descobrir, reconhecer e a utilizar os sinais gráficos com que constantemente se depara. Inicialmente, surge a necessidade de decifrar o meio e de se apropriar dos símbolos (palavras – sinais – frases) e, posteriormente, quer utilizar deles reproduzindo-os.
                É importante que a criança saiba qual é o objetivo da escrita – “por que escrevemos?” A escrita é um sistema convencional utilizado pelo homem com a finalidade de se comunicar entre si, registrar suas descobertas, suas histórias e suas idéias e pensamentos. É um meio de expressão e conservação de idéias e pensamentos. E é assim que deve ser encarada. A escrita só tem valor educativo quando a criança já souber o que está escrevendo.
                Muitos pais e professores apressam-se em ensinar a escrita sem se preocupar se realmente aquilo que a criança escreveu foi dominado e compreendido por ela. Educadores querem ver um caderno bonito, com bastantes coisas escritas. E, quando a criança não consegue fazer “aquela” tão almejada letra bonita (o que é muito natural que aconteça, quando a criança não está madura para esta atividade) apressam-se em apresentar-lhe o famoso caderno de caligrafia, onde a saturam, obrigando-a a preencher linhas com palavras vazias de significado e isoladas do processo. 

COMPOSIÇÃO CRIADORA 

                Nas séries iniciais, o professor deve estar preocupado em preparar a criança para desenvolver a habilidade de leitura e redação que é a construção de pensamento oral ou escrita. E assim a criança estará desenvolvendo a habilidade de pensar com lógica, objetividade e clareza.
                A composição escrita na alfabetização deve levar a criança a sentir necessidade de expressar seu pensamento espontaneamente como o faz na sua vida diária. Assim antes mesmo da criança dominara escrita, pode ser iniciada na composição. Para tanto, o professor proverá atividades que levem a criança a desejar ver expresso seu pensamento por escrito. Num primeiro momento o professor escreverá o que o aluno ditou e finalmente lerá o que foi escrito. Na segunda fase a criança estará lendo e copiando, numa terceira fase a criança fará suas próprias composições.
                Segundo Eglê Franche a “técnica de redigir deve se iniciar na alfabetização, partindo das experiências dos alunos”. A criança ao entrar para a escola,traz consigo uma bagagem cultural e vivêncial consolidadas em seu meio, que na realidade é desprestigiada e “podadas asas” de sua criatividade, que normalmente acontece nas aulas de comunicação e expressão especialmente nas de redação, em que são propostos temas ou títulos distantes da realidade do aluno.
            Um procedimento comum nas salas de aulas é fazer com que os alunos só escrevam palavras “já dominadas”, isto é, cuja forma ortográfica se supõe que eles conheçam. Isso faz com que grande parte dos alunos, ao escreverem, quase não cometam erros ortográficos (quando erram é, em geral por distração). Entretanto, isso faz também com que os alunos não possam se exprimir livremente, tendo de escrever frases e até histórias usando apenas palavras já dominadas.
                Diante disso, surgem aquelas redações que nada mais são que um conjunto de frases desconexas, às vezes até um número de linhas pré-fixadas pela professora. Salva-se a ortografia das palavras, mas passa-se ao aluno a terrível idéia de que escrever é simplesmente combinar palavras cuja ortografia se conhece. O texto como expressão lingüística do pensamento fica assim deturpado ao se aprender a escrever. Reforçam essa idéia os textos das cartilhas que também são elaboradas com palavras já estudadas antes. Dessa forma revela um método mecanicista de aprendizagem que dispensa a reflexão do aluno e inibe a curiosidade e a procura da novidade ao tratar a escrita.
                Uma outra estratégia de ensino, e muito melhor é admitir que os alunos, no início, sabem falar, muito bem,  sua língua e a usam com propriedade, e que, portanto, tal capacidade, pode e deve ser transportada diretamente para a escrita. Aconteceu, porém, que isso esbarra numa dificuldade que é a forma ortográfica imprevisível de muitas palavras que os alunos nunca estudou. Contudo, se os alunos, após os primeiros contatos com o alfabeto e com algumas famílias de letras e a escrita de umas poucas palavras forem estimulados a escrever suas histórias espontaneamente, guiados pela semântica, pelo enredo e tentando escrever as palavras que precisa segundo as possibilidades de uso das palavras ou letras no sistema ortográfico da língua, certamente irão cometer erros de ortografia, mas passarão suas habilidades falantes aos textos escritos. Obviamente se pedirá também que cuidem da ortografia mas que não se amedrontem ao escrever se não souberem, porque é possível escrever português, por exemplo, sem ser na forma ortográfica.            
                Esses alunos vão perceber logo que a ortografia é algo diferente do simples ato de escrever palavras do português e que pára se sair bem ou se sabe como escrever ortograficamente uma palavra, ou se pergunta.  Cada tentativa pode produzir escrita, mas não necessariamente a forma ortográfica. Esses procedimentos ajuda a auto-correção dos alunos, estimula a curiosidade pelas formas ortográficas sem trazer frustrações e faz com que os alunos expressem por escrito textos, lingüístico e literariamente perfeitos.

             A iniciativa do professor no sentido de variar as estratégias para a obtenção de recursos para ampliação dos conhecimentos trazidos pelas crianças é de suma importância, pois esse trabalho de leitura e escrita na alfabetização não é fácil, ao passo que trabalhamos com crianças oriundas de realidades diferentes. Mas é um trabalho gratificante.

            O ensino da leitura e da escrita, embora tendo sido trabalhado separadamente neste trabalho, é realizado simultaneamente. Não há como separar a leitura da escrita na aprendizagem.

As particularidades das escritas silábico-alfabéticas


A evolução da escrita silábico-alfabética para a alfabética é repleta de especificidades. Conhecê-las é fundamental para avaliar adequadamente o desenvolvimento dos alunos e melhor ajudá-los a avançar

Imagine-se numa sala de concertos, apreciando uma orquestra, com violinos, trombones, violoncelos e flautas, entre outros instrumentos. Você seria capaz de distinguir entre os sons produzidos pelos de sopro e os de corda? A maioria dos leigos em música considera isso difícil. Da mesma forma, identificar os sons que compõem uma sílaba é uma tarefa complexa para os alunos que estão na transição da hipótese de escrita silábica para a silábico-alfabética. Essa analogia foi feita pela psicolinguista argentina Emilia Ferreiro, que sintetizou as conclusões a que chegaram pesquisadores por ela orientados no recente artigo A Desestabilização das Escritas Silábicas: Alternâncias e Desordem com Pertinência.
Análises de escritas de crianças como Maria, 5 anos, foram a base da pesquisa da argentina Claudia Molinari. Desafiada a escrever sopa, a menina produz primeiramente uma escrita silábica: OA. Insatisfeita com a quantidade de letras - já que nessa fase a maioria das crianças acredita que sejam necessárias no mínimo três para garantir uma escrita legível -, ela acrescenta SP. O resultado final é OASP. "Todas as letras da palavra estão ali, mas em desordem (...). O que Maria produz são duas escritas silábicas justapostas", pontua Emilia.

Em outra etapa do estudo, ela observou crianças realizando a tarefa de escrever consecutivamente uma mesma lista, primeiramente com lápis e papel e, em seguida, no computador. Focou a análise, portanto, em pares de palavras, o que evidenciou produções intrigantes, como as de Santiago, 5 anos. No caderno, ele representa soda como SA e na tela como OD. Salame vira SAM no papel e ALE na tela. Apesar de conhecer todas as letras de soda e de salame, ele não as coloca juntas. O fenômeno, explica Emilia, é chamado de alternâncias grafofônicas.

Soluções curiosas como a de Maria e Santiago já haviam sido observadas pela pesquisadora mexicana Graciela Quinteros. Ela notou que crianças com hipótese silábica usavam algumas letras com três funções específicas - não correspondentes ao som da sílaba propriamente dito:

Recheio gráfico Para separar vogais iguais ou preencher um espaço dentro da palavra ou no fim dela.

A    P A E    A
á               gua

AM     OA
ma      çã 
Curinga Como substituta de uma sílaba ou de uma consoante que a criança não sabe grafar. A mesma letra aparece como curinga em várias palavras. 
O   MA    B
to   ma   te

AB    CI
ca    qui 
Nome da sílaba Para escrever uma sílaba inteira. É comum o uso do K para CA e do H para GA. 
BI    H     D   RO
bri  ga  dei   ro

K   SA
ca  sa
Alternâncias grafofônicas, escritas silábicas justapostas, uso de letras como recheio gráfico, curinga e substitutas de uma sílaba. As sofisticadas soluções são usadas pelos que estão saindo da hipótese silábica com valor sonoro convencional e construindo uma silábico-alfabética. A informação tem grande valor para o trabalho de professores como Danielle Araujo, da EMEF Madalena Caltabiano Salum Benjamim, em Pindamonhangaba, a 146 quilômetros de São Paulo, e da EMEF Professor Ernani Giannico, em Tremembé, a 135 quilômetros da capital paulista. 

Para não confundir esses avanços com retrocessos, ela procura fazer avaliações criteriosas. Esse é um ponto crucial, já que aparentemente a escrita dos silábicos é mais estável e fácil de interpretar, diferentemente da dos silábico-alfabéticos. "Quando estudei o artigo da Emilia sobre desordem e alternâncias, passei a ver coisas que antes não via." Para conseguir enxergar e distinguir as peculiaridades dos silábicos-alfabéticos, Danielle se vale das sondagens individuais. 

Ao identificar que o estudante está nessa fase intermediária entre a hipótese silábica e a conquista da base alfabética, como fazê-lo avançar? "É preciso criar situações didáticas que favoreçam a reflexão sobre o sistema alfabético de escrita, levando-o a analisar o interior das sílabas", explica. Isso é útil quando ele se depara com palavras que começam e terminam com a mesma letra. Para identificar a que procura, a criança tem de analisar as letras do meio. O trabalho de Danielle se desdobra com Laiane de Oliveira, do 4º ano, que tem deficiência intelectual. Para que ela aprenda a ler e escrever, a professora flexibiliza as atividades (leia o quadro na próxima página).
Os erros mais comuns:
- Perguntar à criança "que letra está faltando?". Se ela soubesse, já teria colocado. O melhor é pedir que leia o que escreveu para que ela mesma decida por alguma alteração.

- Pedir que o aluno ouça o som da sílaba. O problema não é de audição, mas de concepção de escrita. Daí a importância de compreender como ele está pensando.

- Não orientar os estudantes por achar que eles devem construir a escrita sozinhos. É preciso oferecer a todos informações sobre a grafia das palavras, além de sugerir a eles fontes escritas e a troca com os colegas.
Fonte:http://revistaescola.abril.com.br/fundamental-1/particularidades-escritas-silabico-alfabeticas-683014.shtml 

Dinâmica de boas-vindas: Um garotinho chamado Amor

As pessoas envolvidas na dinâmica devem estar sentadas em círculo. Escreva no quadro o que devem fazer quando cada palavra,  que está em caixa alta, do texto abaixo for lida . Por exemplo, quando ler a palavra AMOR todos deverão levantar e dar um abraço no colega ao lado.



PALAVRAS E AÇÃO A SER EXECUTADA:


PAZ: Troca de lugar

AMOR: Um abraço

ÉTICA: aperto de mão

SOLIDARIEDADE: Beijo no rosto

BEM-VINDOS: Bater palmas



TEXTO A SER LIDO:

                                Um garotinho chamado Amor

Era uma vez, um garotinho chamado AMOR. Ele sonhava sempre com um mundo diferente, cheio de ÉTICA.

Um certo dia AMOR teve um sonho revelador, que a vida e o seu mundo só teriam sentido quando todos colocassem em prática a SOLIDARIEDADE e a PAZ. Ao acordar o AMOR partiu em busca de construir sua utopia.

Chegando à escola onde estudava encontrou seus amigos com um sorriso nos lábios e cheios de PAZ. Neste instante AMOR começou a perceber que o sorriso dos seus amigos transmitia PAZ e que SOLIDARIEDADE e a ÉTICA existem no interior de cada um de nós, basta saber resgatá-las e compartilhá-las com todos.

Neste momento, um amigo perguntou:

- AMOR, você encontrou um mundo cheio de ÉTICA que procurava?

O AMOR alegre respondeu:

- Sim encontrei! Ele existe na nossa essência humana, basta sabermos nos colocar no lugar do outro e assim, o AMOR, a ÉTICA, a SOLIDARIEDADE neste mundo brotarão.

E assim com muita paz desejamos: sejam BEM-VINDOS!





Plano Anual de Ensino-1º ano


Plano Anual de Ensino-1º ano do Ensino FundamentalJustificativa                A linguagem é uma forma de ação interindividual orientada por uma finalidade específica que se realiza nas praticas sociais existentes nos diferentes grupos de uma sociedade. Portanto  o domínio da língua tem estreita relação com a possibilidade de plena participação social, pois é por meio dela que o homem se comunica, tem acesso a informação, expressa e defende pontos de vista, partilha ou constrói visão de mundo e produz conhecimento.                Tendo em vista o grande esforço em busca da operacionalização de um currículo que atende as questões sociais, culturais e econômicas desejamos colaborar com esse processo coletivo como sujeitos de aprendizagem e transformação do cotidiano, proporcionando um trabalho didático pedagógico em que a aprendizagem da leitura e da escrita esteja inserida no espaço maior de contextualização nas diversas áreas de conhecimento.Objetivo GeralESPERA-SE QUE NO DECORRER DO ANO LETIVO O EDUCANDO ADQUIRA PROGRESSIVAMENTE COMPETÊNCIAS EM RELAÇÃO A TODAS AS ÁREAS DE CONHECIMENTO QUE LHES PERMITA RESOLVER PROBLEMAS DA VIDA COTIDIANA, E ALCANÇAR A PARTICIPAÇÃO PLENA NO MUNDO LETRADO.Objetivos específicosPortuguês:ADQUIRIR O HABITO DE OUVIR FALAR E ORGANIZAR O PENSAMENTO LÓGICO.                                                                POSICIONAR-SE DE MANEIRA CRIATIVA, RESPONSÁVEL E CONSTRUTIVA NAS DIFERENTES SITUAÇÕES SOCIAIS UTILIZANDO O DIALOGO COMO FORMA DE MEDIAR CONFLITOS E DE TOMAR DECISÕES COLETIVAS.CONCLUIR QUE O ALFABETO POSSUI 26 LETRAS E IDENTIFICAR VOGAIS E CONSOANTES..LER CORRETAMENTE EVIDENCIANDO PRONUNCIA E ENTONAÇÃO ADEQUADA DE PALAVRAS E FRASES.          .PARTICIPAR DAS AULAS COM INTERESSE E SATISFAÇÃO DESPERTANDO O INTERESSE PELAS DESCOBERTAS FEITAS DURANTE AS ATIVIDADES.PARTICIPAR DAS ATIVIDADES COM INTERESSE E SATISFAÇÃO DESPERTANDO O INTERESSE PELAS DESCOBERTAS FEITAS DURANTE AS ATIVIDADES.LER E ESCREVER PALAVRAS E FRASES. PRODUZIR E COMPREENDER TEXTOS.SABER DISTINGUIR UMA PALAVRA DE UMA SEQUÊNCIA DE LETRAS QUE NÃO FORMA UMA PALAVRARECONHECER O NOME DAS LETRAS E O VALOR SONORO DELAS. COMPREENDER QUE A ESCRITA NÃO CONSISTE NA TRANSPOSIÇÃO EXATA DA FALA.
Habilidades a serem adquiridas (português)Eixo: Pratica de leitura (1º trimestre)- IDENTIFICAR SEU NOME EM UMA RELAÇÃO DADA;- IDENTIFICAR NO ALFABETO AS LETRAS DO PRÓPRIO NOME;- ACOMPANHAR EM TEXTO IMPRESSO A LEITURA REALIZADA POR OUTREM;- LER HISTÓRIAS REPRESENTADAS POR DESENHOS;- REPRESENTAR PERSONAGENS DE HISTÓRIAS OUVIDAS;- ANTECIPAR A LEITURA UTILIZANDO-SE DE ESTRATÉGIA PRÓPRIA;- LER EM VOZ ALTA PALAVRAS CONHECIDAS.- IDENTIFICAR OS NOMES DOS COLEGAS E PROFESSOR (A) EM UMA RELAÇÃO DADA;- ANTECIPAR INFORMAÇÕES BASEANDO-SE NOS DESENHOS;- CORRESPONDER PALAVRAS CONHECIDAS ÀS FIGURAS;- CUMPRIR INSTRUÇÕES DE JOGOS OU BRINCADEIRAS POR OUTREM;- LER EM VOZ ALTA PEQUENOS TEXTOS CONHECIDOS.Eixo: Pratica de leitura (2º trimestre)- LOCALIZAR INFORMAÇÃO EXPLICITA EM UM PEQUENO TEXTO;- INFERIR SENTIDO DE UMA PALAVRA OU EXPRESSÃO COM BASE NO CONTEXTO;- IDENTIFICAR INÍCIO MEIO E FIM DE UMA HISTORIA OUVIDA;- RELACIONAR FATO DO TEXTO À VIDA REAL;- LER EM VOZ ALTA VERSOS DE POEMAS CONHECIDOS OU PEQUENOS TEXTOS.Eixo: Pratica de leitura (3º trimestre)- RECONSTRUIR A HISTÓRIA OUVIDA, POR MEIO DE DESENHOS;- ESCOLHER DENTRE ALTERNATIVAS, TITULO PARA HISTÓRIA OUVIDA OU LIDA;- ORDENAR PARTES DE UM PEQUENO TEXTO LIDO;- LER EM VOZ ALTA PEQUENOS TEXTOS, OBEDECENDO À PONTUAÇÃO. Pratica escrita e produção de texto (1º trimestre)- COMUNICAR-SE POR MEIO DE DESENHOS;- DIFERENCIAR LETRAS DE NÚMEROS OU SÍMBOLOS;- AGRUPAR NOMES QUE SE INICIA COM A MESMA LETRA;- AGRUPAR PALAVRAS CONSIDERANDO O MESMO NÚMERO DE LETRAS;- ESCREVER O PRÓPRIO NOME POR COMPLETO;- ESCREVER PALAVRAS DO CONTEXTO EM ESTUDO.Pratica escrita e produção de texto (2º trimestre)- ESCREVER NOMES DE DESENHOS;- ESCREVER LISTAS TEMÁTICAS;- COMPLETAR PALAVRAS, COM APOIO DE DESENHOS, CUJA LACUNA INICIAL CORRESPONDA A SILABA SIMPLES;- ESCREVER PALAVRAS COM BASE EM UMA LETRA OU SILABA DADA;- LOCALIZAR OS ESPAÇOS EM BRANCO ENTRE PALAVRAS, EM PEQUENAS FRASES DADAS;- ESCREVER PEQUENAS FRASES COM PALAVRAS CONHECIDAS OU DO CONTEXTO EM ESTUDO;- CLASSIFICAR NOMES DE PESSOAS OU OBJETOS, COM BASE NA LETRA INICIAL.Pratica escrita e produção de texto (3º trimestre)- COPIAR TEXTOS EM LETRA CURSIVA;- CLASSIFICAR NOMES DE PESSOAS E OBJETOS, COM BASE NA LETRA FINAL, COM BASE EM UMA REFERENCIA DADA;- SELECIONAR, DENTRE ALTERNATIVAS, PALAVRA QUE COMPLETA A FRASE;- ORDENAR QUADRINHOS DE HISTÓRIA OBEDECENDO A TEMPORALIDADE;- COMPLETAR PALAVRAS COM APOIO DE DESENHO, CUJA LACUNA FINAL SEJA FORMADA POR SILABA SIMPLES;- COMPLETAR PEQUENAS PALAVRAS CRUZADAS, COM BASE EM DESENHO E LETRA INICIAL;- ESCREVER PEQUENA FRASE COM BASE EM UMA FIGURA.- ESCREVER CONTROLANDO A SEGMENTAÇÃO DE LETRAS EM PALAVRAS;- COMPLETAR COM SUBSTANTIVO PEQUENA FRASE;- EMPREGAR PONTO FINAL EM FRASE ESCRITA;- EMPREGAR LETRAS MAIÚSCULAS  NA ESCRITA DE NOMES PRÓPRIOS  E NO INICIO DE FRASES;- ESCREVER PEQUENAS FRASES COM BASE EM GRAVURAS EM SEQUENCIA.Língua oral (1º trimestre)- RELATAR EXPERIÊNCIA DO COTIDIANO;- ESCUTAR ATENTAMENTE AS LEITURAS FEITAS PELO PROFESSOR (A);- REPRESENTAR A FALA DE PERSONAGENS DE HISTÓRIAS INFANTIS OU OUTRO.- OUVIR OS OUTROS COM ATENÇÃO;- ATENDER SOLICITAÇÕES DE MENSAGENS ORAIS;- COMENTAR AS HISTÓRIAS LIDAS OU OUVIDAS;- COOPERAR COM IDEIAS NOS TRABALHOS EM GRUPO OU COLETIVOS. Língua oral (2º trimestre)- DIALOGAR SOBRE TEMAS ALTERNANDO MOMENTOS DE ESCUTA E DE FALA;- RECONTAR HISTÓRIAS LIDAS OU OUVIDAS;- ELABORAR PERGUNTAS EM SITUAÇÃO DE INTERCAMBIO ORAL.Língua oral (3º trimestre)- Ouvir as explicações e opiniões dadas por outros, para ampliar a discussão.ORTOGRAFIA-SONS DO X, M/N ANTES DE P E B- GE- GI- GUE- GUI- R/RR-  S/SS- C/Ç- X/CH-M/N-J/G-L/U/O-E/I-CH-NH-LH-C/Ç-CA,CE,CI,CO,CU-QUA,QUE,QUI,GUE,GUI,GUA,GUO- G/J; GRAMATICASÍMBOLOSALFABETOLETRA DE FORMA E LETRA CURSIVA-ALFABETO: VOGAIS E CONSOANTES;-USO DA LETRA MAIÚSCULA E MINÚSCULA;-ORDEM ALFABÉTICA;-FRASE;SONS NASAIS-SONS PARECIDOS: B/P – T/D – F/V;-ENCONTROS VOCÁLICOS;-SILABA;-ACENTUAÇÃO GRÁFICA;PONTUAÇÃO;-SUBSTANTIVO PRÓPRIO E COMUM;-GÊNERO DO SUBSTANTIVO: MASCULINO E FEMININO (COMPANHEIRO E COMPANHEIRA);-NUMERO DO SUBSTANTIVO (PLURAL E SINGULAR);- GRAU DO SUBSTANTIVO (AUMENTATIVO E DIMINUTIVO);- ADJETIVO (QUALIDADES)METODOLOGIACONVERSA INFORMAL;DEBATES;PALESTRAS;DIALOGO;AULA EXPOSITIVA;TEXTOS DIVERSIFICADOS:MÚSICAS, POEMAS, PARLENDAS, ADIVINHAÇÃO, HISTORIAS, POESIAS, CANÇÕES, CANTIGAS, LENDAS, ACRÓSTICOS, BILHETES,CARTAS, TRAVA LÍNGUA, PIADAS, RÓTULOS, LISTA DE COMPRAS, RECEITAS, REVISTAS, ETC.LIVROS, REVISTAS, JORNAIS, DICIONÁRIOS, MUSICA,CONFECÇÃO DE: PAINÉIS, CARTAZ, LIVRINHOS, MURAIS, CONVITES, CARTÕES, CALENDÁRIO, DIÁRIO.LEITURA E INTERPRETAÇÃO;PESQUISAS EM LIVROS REVISTAS, SITES;FILMES- DVD’S E INTERNET;AULAS DE CAMPO:CINEMA, TEATRO, VIVÊNCIAS;DESAFIOS;CAÇA PALAVRAS;CRUZADINHAS;RIMAS;DESENHO E PINTURA;ENTREVISTAS;DINÂMICAS;PRODUÇÃO DE TEXTOS E DESENHOS;DESCRIÇÃO;JOGOS PEDAGÓGICOS;
MatemáticaObjetivos:ESTABELECER RELAÇÕES DE DIMENSÃO (TAMANHO, COMPRIMENTO, ALTURA, LARGURA E ESPESSURA) ENTRE DOIS OU MAIS ELEMENTOS POR MEIO DE COMPARAÇÃO.REPRESENTAR QUANTIDADES DE DIFERENTES MANEIRAS.ASSOCIAR UMA QUANTIDADE DE ELEMENTOS A SUA REPRESENTAÇÃO NUMÉRICA.RECONHECER O SÍMBOLO UTILIZADO PARA REPRESENTAR A ADIÇÃO.EFETUAR SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS ATÉ NOVE.RESOLVER SITUAÇÕES-PROBLEMA QUE ENVOLVE A IDEIA DE JUNTAR E RETIRAR COMO IDEIA DE ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO.RECONHECER O NÚMERO ZERO COMO AUSÊNCIA DE ELEMENTOS EM UM GRUPO.ASSOCIAR AS FORMAS GEOMÉTRICAS A OBJETOS UTILIZADOS NO DIA-A-DIA.COMPREENDER O SIGNIFICADO DE UNIDADE, DEZENA, E CENTENA.RECONHECER AS CÉDULAS E AS MOEDAS DO NOSSO SISTEMA MONETÁRIO.RECONHECER A IMPORTÂNCIA DA HORA COMO UNIDADE DE MEDIDA DE TEMPO NO DIA-A-DIA.IDENTIFICAR OS DIAS DA SEMANA NO CALENDÁRIO.RECONHECER ALGUNS INSTRUMENTOS DE MEDIDAS DE COMPRIMENTO, CAPACIDADE E MASSA.PERCEBER QUE UM INTEIRO PODE SER DIVIDIDO EM DUAS PARTES IGUAIS.
Habilidades a serem adquiridas (matemática)Eixo números e operações (1º trimestre)- CONTAR OBJETOS E REGISTRAR QUANTIDADES DE OBJETOS DE UMA COLEÇÃO  UTILIZANDO-SE DE ESTRATÉGIA PRÓPRIAS;- CONSTRUIR AGRUPAMENTOS DISTINTOS BASEANDO-SE EM UMA COLEÇÃO DE OBJETOS;- ESTABELECER RELAÇÃO UM A UM ENTRE DOIS AGRUPAMENTOS DE OBJETOS;- RECONHECER A MESMA QUANTIDADE DE OBJETOS INDEPENDENTEMENTE DA DISPOSIÇÃO EM QUE FORAM AGRUPADOS;- COMPARAR COLEÇÕES IDENTIFICANDO AQUELA COM MAIS ELEMENTOS QUE OUTRA;- LER NÚMEROS USADOS NA VIDA REAL: TELEFONES, PLACAS DE CARROS, NÚMERO DA CASA EM QUE MORA ETC.- REPRESENTAR, CONTAR, LER E REGISTRAR QUANTIDADES POR MEIO DE DESENHOS;- REPRESENTAR, CONTAR, LER E REGISTRAR OS NÚMEROS ATÉ 9;- CRIAR ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS DE AGRUPAMENTO PARA FACILITAR A CONTAGEM;- SOMAR E SUBTRAIR OS TERMOS ATE 9, POR MEIO DE ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS;- RESOLVER SITUAÇÕES-PROBLEMA UTILIZANDO-SE DE ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS.Eixo números e operações (2º trimestre)- REPRESENTAR, CONTAR, LER E REGISTRAR OS NÚMEROS ATE 20;- RECONHECER ANTECESSOR E SUCESSOR DE UM NUMERO ATE 19;- RELACIONAR UMA DEZENA A 10 UNIDADES;- COMPLETAR UMA SEQUENCIA NUMÉRICA ATE 20;- REPRESENTAR UM NÚMERO ATE 20, NO QUADRO VALOR DE LUGAR;- SOMAR E SUBTRAIR OS TERMOS ATE 20, POR MEIO DE ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS OU POR  TÉCNICAS CONVENCIONAIS OU POR ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS.Eixo números e operações (3º trimestre)- ESTIMAR QUANTIDADE DE ELEMENTOS EM UMA COLEÇÃO;- REPRESENTAR, CONTAR E LER OS NÚMEROS ATE 50;- ORGANIZAR, EM ESCALA ASCENDENTE E DESCENDENTE, NÚMEROS ATE 50;- CONTAR DE DOIS EM DOIS, A PARTIR DE UM NUMERO DADO, ATE 50;- REPRESENTAR UM NÚMERO ATE 50, NO QUADRO VALOR DE LUGAR;- SOMAR E SUBTRAIR OS TERMOS ATE 50, POR MEIO DE ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS OU POR TÉCNICAS CONVENCIONAIS;- RESOLVER SITUAÇÕES- PROBLEMAS QUE ENVOLVAM ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO ATÉ 50, POR MEIO DE TÉCNICAS CONVENCIONAIS OU POR ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS.Eixo espaço e forma (1º trimestre)- DISTINGUIR OBJETOS QUE ROLAM DOS QUE NÃO ROLAM;- IDENTIFICAR EM OBJETOS CONHECIDOS DA CRIANÇA OS QUE SE PARECEM COM DETERMINADO SÓLIDO GEOMÉTRICO;-LOCALIZAR OBJETO OU PESSOA AO LADO DE UMA REFERENCIA DADA;- LOCALIZAR OBJETO OU PESSOA ENTRE DUAS REFERENCIAS;- COMPARAR DUAS COLEÇÕES DE OBJETOS TRIDIMENSIONAIS DISTINTOS QUANTO ÀS FORMAS DE SEUS OBJETOS;Eixo espaço e forma (2º trimestre)- LOCALIZAR OBJETO OU PESSOA “A FRENTE DE” OU “ATRÁS DE” UMA REFERENCIA DADA.Eixo espaço e forma (3º trimestre)- REPRESENTAR O ITINERÁRIO DE LOCOMOÇÃO DE UM LUGAR A OUTRO.Grandezas e medidas (1º trimestre)- REGISTRAR SEUS DADOS PESSOAIS: DATA DE NASCIMENTO, ALTURA E PESO, NÚMERO DO CALÇADO, NÚMERO DA ROUPA ETC;- REPRESENTAR COM DESENHOS O DIA E A NOITE;- MANIFESTAR-SE A CERCA DE SUAS OBSERVAÇÕES QUANTO À COLOCAÇÃO DA MESMA QUANTIDADE DE LIQUIDO EM FRASCOS DE DIFERENTES FORMAS E TAMANHOS;- COMPARAR DOIS OBJETOS QUANTO AO TAMANHO E ESPESSURA.Grandezas e medidas (2º trimestre)-REGISTRAR A MEDIDA DE OBJETOS UTILIZANDO-SE DE ESTRATÉGIA PRÓPRIA PARA MEDIR;-REPRESENTAR COM DESENHOS SUAS ATIVIDADES DURANTE A MANHA TARDE E NOITE.-RELACIONAR UMA SEMANA A 7 DIAS E UM MÊS A 30 DIAS;- COMPARAR EM CALENDÁRIO A QUANTIDADE DE DIAS DOS MESES DO ANO;- NOMEAR OS DIAS DA SEMANA;- ASSINALAR DATAS SIGNIFICATIVAS EM CALENDÁRIO.Grandezas e medidas (3º trimestre)- LER HORAS EM RELÓGIOS DIGITAIS;- NOMEAR OS MESES DO ANO.Tratamento de informação (1º trimestre)-REGISTRAR INFORMAÇÕES OBTIDAS POR MEIO DE ESTRATÉGIAS PRÓPRIAS;- ORGANIZAR INFORMAÇÕES PESSOAIS, COMO NÚMEROS DE TELEFONES DATA DE NASCIMENTO, ALTURA, PESO, NÚMERO DO CALÇADO OU DA ROUPA QUE USA PLACAS DE CARROS CONHECIDOS LINHAS DE ÔNIBUS ETC.- LER INFORMAÇÕES CONTIDAS EM IMAGENS.Tratamento de informação (2º trimestre)- ORGANIZAR INFORMAÇÕES EM CALENDÁRIOS.Tratamento de informação (3º trimestre)-Descrever o caminho percorrido para chegar a sua conclusão nas atividades propostas.RELAÇAO DE CONTEUDOS MATEMÁTICA:NOÇÕES DE GRANDEZA E POSIÇÃONOÇÕES DE QUANTIDADE;NÚMEROS DE ZERO A NOVE;ADIÇÃO COM TOTAL ATÉ NOVE;SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS ATÉ NOVE;O NUMERO ZERO;O NUMERO 10 (DEZ);ORDINAIS;FORMAS GEOMÉTRICAS ESPACIAIS E PLANAS;NÚMEROS DE ZERO A DEZENOVE;NÚMEROS ATÉ CEM;NOSSO DINHEIRO;GRANDEZAS E MEDIDAS;LOCALIZAÇÃO E CAMINHOS;IDEIA DE METADE;ADIÇÃO E SUBTRAÇÃO COM NÚMEROS ATÉ 99;METODOLOGIAAULAS EXPOSITIVAS,BRINCADEIRAS,DINÂMICAS,JOGOS VARIADOS: BINGO DOMINÓS, ENCAIXE ETC.RECORTE E COLAGEM,FILMES,DESENHOS E PINTURAS,QUEBRA CABEÇA,DOBRADURAS,MUSICA,PESQUISA,USAR INSTRUMENTOS DE MEDIDAS;CONVENCIONAIS: RELÓGIO, METRO, QUILOGRAMA, LITRO, ETC.. NÃO CONVENCIONAIS: PASSOS, FITAS, PALMOS;TRABALHAR COM CÉDULAS E MOEDAS DO SISTEMA MONETÁRIO BRASILEIRO.CiênciasObjetivos:RECONHECER O SER HUMANO COMO SER VIVO.IDENTIFICAR E NOMEAR AS DIFERENTES PARTES DO CORPO HUMANO.RECONHECER A IMPORTÂNCIA DOS SENTIDOS NA PERCEPÇÃO DAS COISAS DO AMBIENTE.IDENTIFICAR OS ÓRGÃOS DOS SENTIDOS E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES.ESTABELECER RELAÇÕES ENTRE OS HÁBITOS DE HIGIENE E A BOA SAÚDE.RECONHECER A IMPORTÂNCIA DOS ALIMENTOS NA VIDA DO SER HUMANO.IDENTIFICAR A ORIGEM DOS PRINCIPAIS ALIMENTOS (VEGETAL, ANIMAL E MINERAL).RECONHECER QUE A BOA SAÚDE DEPENDE DE UMA BOA ALIMENTAÇÃO.DIFERENCIAR OS SERES VIVOS DOS SERES NÃO VIVOS.COMPREENDER QUE OS SERES VIVOS E O NÃO VIVO SÃO COMPONENTES DO AMBIENTE.RECONHECER OS ANIMAIS COMO SERES VIVOS.OBSERVAR QUE OS ANIMAIS VIVEM EM DIFERENTES AMBIENTES.ESTABELECER A DIFERENÇA ENTRE ANIMAIS VERTEBRADOS E INVERTEBRADOS.CLASSIFICAR OS ANIMAIS DE ACORDO COM SUAS CARACTERÍSTICAS.RECONHECER QUE A PLANTA É UM SER VIVO QUE NASCE, CRESCE, REPRODUZ E MORRE.IDENTIFICAR AS DIFERENTES PARTES DA PLANTA E SUAS RESPECTIVAS FUNÇÕES.OBSERVAR O PROCESSO DE PLANTIO E DESENVOLVIMENTO DE UMA PLANTA ATRAVÉS DE SEMENTES OU MUDAS.RELACIONAR OS DIAS E AS NOITES AO MOVIMENTO DE ROTAÇÃO DA TERRA.IDENTIFICAR AS ESTAÇÕES DO ANO.REFLETIR SOBRE A RESPONSABILIDADE DE CADA UM NA PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE.IDENTIFICAR A SUPERFÍCIE TERRESTRE COMO A PARTE DA TERRA ONDE VIVEMOS.RECONHECER QUE A ÁGUA COBRE A MAIOR PARTE DA SUPERFÍCIE TERRESTRE.RECONHECER A NECESSIDADE DE TRATAMENTO E PRESERVAÇÃO DA ÁGUA E CONCLUIR QUE A MESMA É INDISPENSÁVEL A TODOS OS SERES VIVOS.RELACIONAR O VENTO AO MOVIMENTO DO AR E RECONHECER ALGUMAS DE SUAS UTILIDADES.
CIENCIAS RELAÇÃO CONTEÚDOSCORPO HUMANO:PARTES DO CORPO HUMANO;ÓRGÃOS DOS SENTIDOS:VISÃO, AUDIÇÃO, TATO, PALADAR E OLFATO;HIGIENE;ALIMENTAÇÃO;SERES VIVOS E SERES NÃO VIVOS;CARACTERÍSTICAS DOS ANIMAIS;ANIMAIS VERTEBRADOS E INVERTEBRADOS;ANIMAIS SELVAGENS E DOMÉSTICOS;ANIMAIS TERRESTRE, AQUÁTICOS E VOADORES.PLANTAS;CICLO DE VIDA DAS PLANTAS;PARTES DAS PLANTAS;O CÉU E A TERRA:DIA E NOITE;ESTAÇÕES DO ANO;MEIO AMBIENTE;O SOLO;A ÁGUA;O AR;METODOLOGIACONVERSAS E DEBATES;OBSERVAÇÕES;EXPERIMENTAÇÕES;PESQUISAS;PALESTRAS;DIALOGO;AULAS EXPOSITIVAS;AULAS DE CAMPO;TEXTOS DIVERSIFICADOS: MÚSICAS, POEMAS, ADIVINHAÇÕES, HISTORIA, POESIAS, CANÇÕES, CANTIGAS, LENDAS, ACRÓSTICOS, ETC.RECORTE E COLAGEM;CONFECÇÕES DE: PAINÉIS, CARTAZES, LIVRINHOS, MURAIS, ETC.CAÇA PALAVRAS,CRUZADINHAS;DESENHO E PINTURA;DINÂMICAS, ETC.Historia Geografia e CulturaObjetivos:IDENTIFICAR-SE ATRAVÉS DE NOME COMPLETO, IDADE, SEXO E FILIAÇÃO.IDENTIFICAR OS MEMBROS QUE COMPÕE A FAMÍLIA E RECONHECER AS DIFERENÇAS DE CADA UM.RECONHECER QUE TODOS PRECISAM DE ABRIGO.IDENTIFICAR DIFERENTES TIPOS DE MORADIA E OS MATERIAIS EMPREGADOS EM SUA CONSTRUÇÃO.SENSIBILIZAR O ALUNO PARA OS PROBLEMAS DAS PESSOAS QUE NÃO CONSEGUEM TER UMA CASA PARA MORAR E POR ISSO MORAM NA RUA.DISTINGUIR AS DEPENDÊNCIAS DA ESCOLA E SUAS FUNÇÕES.RECONHECER OS DIREITOS E DEVERES DO ALUNO.RECONHECER QUE A COMUNICAÇÃO PODE SER FEITA DE VARIAS MANEIRAS.IDENTIFICAR OS PRINCIPAIS MEIOS DE TRANSPORTES RECONHECENDO, SUA IMPORTÂNCIA PARA O DESENVOLVIMENTO DAS COMUNIDADES.RELACIONAR OS SINAIS DE TRANSITO A SEGURANÇA DE PEDESTRES E MOTORISTAS.IDENTIFICAR O BAIRRO COMO UMA COMUNIDADE RECONHECENDO OS ELEMENTOS QUE O COMPÕEM.DISTINGUIR A PAISAGEM NATURAL DA PAISAGEM MODIFICADA PELO HOMEM E CONCLUIR QUE O HOMEM SÓ DEVE MODIFICÁ-LA PARA MELHORAR SUAS CONDIÇÕES DE VIDA.IDENTIFICAR AS FESTAS COMEMORADAS EM FAMÍLIA E RECONHECER DATAS FESTEJADAS NA ESCOLACONHECER A DIVERSIDADE DO PATRIMÔNIO ETINO CULTURAL TENDO ATITUDE DE RESPEITO PARA COM PESSOAS E GRUPOS QUE A COMPÕEM.EXIGIR RESPEITO PARA SI, DENUNCIANDO QUALQUER ATITUDE DE DISCRIMINAÇÃO QUE SOFRA, OU QUALQUER VIOLAÇÃO DOS DIREITOS DE CRIANÇA E CIDADÃO.PARTICIPAR DE BRINCADEIRAS E MANIFESTAÇÕES CULTURAIS COMO MOMENTO DE CELEBRAÇÃO SOCIAL, COMUNITÁRIA E FAMILIAR.EXPLORAR ASPECTOS REGIONAIS DO FOLCLORE PARA QUE OS ALUNOS CONSTRUAM E APRIMOREM CONHECIMENTOS ACERCA DAS CARACTERÍSTICAS, ORIGEM E AÇÃO DE CADA PERSONAGEM.HISTÓRIA, GEOGRAFIA E CULTURA (RELAÇÃO DE CONTEÚDOS)A CRIANÇA E SUA HISTORIA (NOME, SOBRENOME, ENDEREÇO, NATURALIDADE, NACIONALIDADE, DOCUMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO, ETC.)A FAMÍLIAFORMAÇÃO DA FAMÍLIA, TRABALHO E LAZER;A MORADIA:CÔMODOS, CONSTRUÇÃO, MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO, RUA, DIVISÃO DA CASA, ETC.A ESCOLA E SUA HISTORIA:CONSTRUÇÃO, DEPENDÊNCIA, SALA DE AULA, PROFISSIONAIS ETC.PROFISSÕESMEIOS DE COMUNICAÇÃOMEIOS DE TRANSPORTE;TRANSITOO BAIRRO:  VIZINHOS, RUA, TIPOS DE MORADIA, COMÉRCIO, INDÚSTRIA, ARTESANATO, HABITANTES, SAÚDE, EDUCAÇÃO, ECONOMIA, RELIGIÃO, ASSOCIAÇÕES, SANEAMENTO BÁSICO,Nº DE HABITANTES, ETC.PAISAGEM DO BAIRRO.DATAS COMEMORATIVAS.PATRIMÔNIO HISTÓRICO DO MUNICÍPIO;INFLUENCIA DA CULTURA INDÍGENA E AFRO-BRASILEIRA;LITERATURA INFANTIL E JOGOS DE PALAVRAS COMO: PARLENDAS, TRAVA-LINGUAS, ACRÓSTICOS, LENGALENGA, TROVAS, CANTIGAS, ACALANTOS ETC.PONTOS TURÍSTICOS DO NOSSO MUNICÍPIO;LENDAS (IARA, MULA SEM CABEÇA, LOBISOMEM, CURUPIRA, SACI PERERÊ, CAIPORA ETC.);FIGURAS FOLCLÓRICAS DO NOSSO MUNICÍPIO;FESTAS POPULARES;ASPECTOS SÓCIOS ECONÔMICOS DO MUNICÍPIO;ARTESANATOAPELIDOS E COSTUMES;RELIGIÕES;COMIDAS TÍPICASRITMO, DANÇAS E FESTAS POPULARES;METODOLOGIACONVERSA E DEBATES;OBSERVAÇÕES E PESQUISAS;CONFECÇÃO DE MAPAS: DA RUA, DO BAIRRO ETC...ÁRVORE GENEALÓGICA;ENTREVISTAS, PALESTRAS, DIÁLOGOS ETC.AULAS EXPOSITIVAS;AULAS DE CAMPO;TEXTOS DIVERSIFICADOS COMO: MÚSICA, POEMAS, HISTÓRIAS, POESIAS, LENDAS, ACRÓSTICOS, MUSICAS, CANTIGA DE RODA, ETC..RECORTE E COLAGEM, DESENHO E PINTURA;CONFECÇÃO DE PAINÉIS, CARTAZES, MURAIS ETC.DINÂMICAS;LEITURA ORAL E ESCRITA
AVALIAÇAO:                O conhecimento é uma construção humana gradual que se realiza por processos de assimilação e de acomodação. Disso resulta que uma mesma informação não é assimilada da mesma forma por todos. Cada aluno trabalha, retrabalha, elabora e reelabora informações recebidas de forma progressiva.                Desse modo, a avaliação do rendimento escolar é valorizar os progressos, os avanços e as conquistas do aluno em termos de aprendizagem, a partir de objetivos estabelecidos pelo professor em seu plano de curso.
REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICASParâmetros curriculares nacionais: Ministério da Educação. Secretaria da Educação Fundamental. -3ª.ed.- Brasília.A escola é nossa: língua portuguesa, letramento e alfabetização linguística; 1º ano; ensino fundamental/ Marcia Paganini cavéquia. – 2. Ed. – São Paulo: Scipione, 2008. – (Coleção a escola é nossa)Santos Fábio Vieira dos A escola é nossa: matemática: alfabetização matemática: 1º ano: ensino fundamental / Fábio Vieira dos Santos, Jackson da Silva Ribeiro, Karina Alessandra Pessoa. – 1. Ed. – São Paulo: Scipione, 2008. –  (Coleção a escola é nossa)Carrilho, Jane Emirene Dias.Alfabetizando e Construindo/ Jane Emirene Dias Carrilho e Neire de Souza Araujo. Belo Horizonte,  MG: Editora FAPI, 2007 .Ferreira Monica1001 maneiras de alfabetizar/ Monica Ferreira. São Paulo: Meca, 2010.Letramento divertido / Graça Boquet, Graça Batituci. – Belo Horizonte: Editora FAPI, 2007.Documento Orientador do Ciclo Inicial de Aprendizagem, PMV, 2012.
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